Obesidade e desnutrição


Obesidade e desnutrição
NUT/FS/UnB – ATAN/DAB/SPS
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Sumário
O que define as diferenças individuais
Obesidade
Definição
Classificação
Epidemiologia
Causas
Conseqüências
Tratamento
Alimentos diet e light e adoçantes
Desnutrição
Definição
Causas
Outros fatores relacionados às causas da desnutrição
Métodos de Diagnóstico
Epidemiologia
Conseqüências
Tratamento
Como prevenir
Conclusão: Vida saudável
Atividades
Glossário
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O que define as diferenças
individuais
A palavra “indivíduo” é definida como “a pessoa humana, considerada
em suas características particulares”. Isso significa que, apesar
da raça em comum, possuímos, sem exceção, diferenças físicas
e biológicas. Assim, o termo “gêmeos idênticos” não pode ser
considerado literalmente e o correto seria “gêmeos quase idênticos”.
Mas o que faz com que cada pessoa seja como é? Muitos fatores
podem explicar as características individuais:
n Genética: é o verdadeiro “documento de identidade” do ser
humano.
n Metabolismo: abrange o funcionamento de todos os órgãos e
seus componentes, desde uma única célula ao corpo humano
por inteiro.
n Meio ambiente: inclui aspectos como a cultura, educação, relações
interpessoais etc.
n Estilo de vida: hábitos alimentares, atividade física, tabagismo,
alcoolismo, entre outros.
Tanto a obesidade quanto a desnutrição podem estar relacionadas
com um ou vários desses fatores. Apresentamos, a seguir, aspectos
como definição, causas, epidemiologia, conseqüências e tratamento
dessas doenças.
Obesidade
Definição
Obesidade é uma doença crônica caracterizada pelo excesso de
gordura corporal, que causa prejuízos à saúde do indivíduo. A obesidade
coincide com um aumento de peso, mas nem todo aumento
de peso está relacionado à obesidade, a exemplo de muitos atletas,
que são “pesados” devido à massa muscular e não adiposa.
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baixo peso menor que 18,5
normal 18,5 – 24,9
sobrepeso maior que 25
pré-obeso 25 – 29,9
obeso I 30 – 34,9
obeso II 35 – 39,9
obeso III Maior que 40
Classificação
Existem diversas maneiras de classificar e diagnosticar a obesidade.
Uma das mais utilizadas atualmente baseia-se na gravidade do
excesso de peso, o que se faz através do cálculo do Índice de Massa
Corporal (IMC ou Índice de Quetelet), utilizando-se a seguinte
fórmula:
IMC = Peso atual (kg) / altura2 (m2 )
O uso do IMC é prático e simples e a sua aplicação é recomendada
para adultos. A avaliação da massa corporal em crianças e adolescentes
é feita através de tabelas que relacionam idade, peso e altura.
O IMC não é indicado nessas faixas etárias porque crianças e
adolescentes passam por rápidas alterações corporais decorrentes
do crescimento. A rede pública de saúde usa o “cartão da criança”
para verificar a adequação da altura e do peso até os 5 anos de
idade. O acompanhamento é feito nos postos de saúde.
A classificação a seguir mostra os diferentes graus de obesidade em adultos:
Classificação IMC(kg/m2)
Quanto maior for o IMC de uma pessoa, maior a chance dela morrer
precocemente e de desenvolver doenças do tipo diabete melito,
hipertensão arterial e doenças cardiovasculares. Mas isso não significa
dizer que quanto mais magro melhor, pois o índice de mortalidade
também aumenta em indivíduos com IMC muito baixo, especialmente
por causa de doenças infecciosas e dos pulmões. O ideal
é manter-se entre as faixas de 20 a 25kg/m2.
Sozinho, o IMC não é indicador suficiente da gravidade do problema
de peso em excesso, pois o tipo de distribuição dessa gordura pelo
organismo também é importante. Existem diversos tipos de obesidade
quanto à distribuição de gordura. Os mais característicos são o
que dá ao corpo o formato de uma maçã (mais comum em homens)
e o que torna o corpo parecido com uma pêra, fino em cima e largo
nos quadris e nas coxas (mais comum em mulheres). A obesidade
em forma de maçã está associada a doenças como o diabete não
dependente de insulina e as enfermidades cardiovasculares. A obesidade
em forma de pêra está associada à celulite e varizes, além
de problemas de pele e ortopédicos.
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Epidemiologia
O número de crianças e adultos obesos é cada vez maior, tanto em
países pobres ou ricos e até mesmo em países que se caracterizam
por uma população magra, como é o caso do Japão. A Organização
Mundial de Saúde passou a considerar a obesidade como um problema
de saúde pública tão preocupante quanto a desnutrição.
No Brasil, estima-se que 20% das crianças sejam obesas e que cerca
de 32% da população adulta apresentem algum grau de excesso de
peso, sendo 25% casos mais graves. A obesidade é um problema
sério em todas as regiões do país, mas a situação é ainda mais
crítica no Sul. De acordo com dados da Pesquisa Nacional sobre
Saúde e Nutrição (PNSN) de 1989, a prevalência de obesidade em
brasileiros com mais de 18 anos de idade é de 28%, no caso dos
homens, e de 38% no caso das mulheres. Nos Estados Unidos, a
prevalência é de 34% em homens e de 55% em mulheres, com
idade entre 20 e 64 anos. Apesar das diferenças econômicas, os
países, desenvolvidos ou não, vivem o mesmo problema da alta e
crescente prevalência de excesso de peso.
O número de obesos é maior nas áreas urbanas e também está
relacionado ao poder aquisitivo familiar. Quanto maior a renda, maior
a prevalência de obesidade, mas esta é cada vez mais alta em
mulheres de baixa renda e tende a se estabilizar ou até mesmo
diminuir nas classes de renda mais elevada.
A presença do excesso de peso na população menos favorecida
pode ser explicada pela falta de orientação alimentar adequada, atividade
física reduzida e pelo consumo de alimentos muito calóricos,
como cereais, óleo e açúcar. Tais alimentos são mais baratos e fazem
parte de hábitos alimentares tradicionalmente incorporados. O
problema da obesidade cresce menos entre a população mais privilegiada
porque ela tem maior acesso a informações sobre os prejuízos
que a doença acarreta, a melhora dos hábitos alimentares e a
prática de atividade física regular.
Causas
As pessoas engordam por quatro motivos: comem muito, têm gasto
calórico dimimuído, acumulam gorduras mais facilmente ou têm
mais dificuldade de queimá-las.
O gasto calórico significa a queima de energia que uma pessoa apresenta
durante as 24 horas do dia e isso inclui o gasto calórico com a
alimentação (energia gasta nos processos de digestão, absorção e
transporte de nutrientes) e com a atividade física.
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A capacidade de transformar calorias em gorduras varia de indivíduo
para indivíduo e isso explica porque duas pessoas com o mesmo
peso e altura, que comem os mesmos alimentos, podem fazer
gordura com menor ou maior eficiência e esta última é que tenderá
a ser gorda.
A habilidade de queimar gorduras também varia de pessoa para
pessoa. Podemos queimar as calorias do nosso organismo a partir
das gorduras do tecido adiposo, das proteínas dos músculos e do
glicogênio do fígado, entre outros. O indivíduo apresentará menor
tendência de engordar e maior capacidade de emagrecer quanto
maior for a sua capacidade de queimar as gorduras.
Todas essas condições ocorrem não apenas por mecanismos orgânicos,
mas, em especial, por fatores genéticos.
Fatores genéticos
Crianças de pais obesos apresentam maior risco de se tornarem
obesas quando comparadas às crianças cujos pais apresentam peso
normal. O quadro a seguir mostra a porcentagem de risco de uma
criança se tornar obesa relacionada à obesidade dos pais:
Pais Risco para a criança
Ambos obesos 80%
Pai ou mãe obeso (a) 40%
Ambos não obesos 10%
Já no caso das doenças multifatoriais, isto é, que apresentam diversas
causas, é difícil distinguir os efeitos dos genes dos efeitos
ambientais, como hábitos alimentares e sedentarismo em indivíduos
que vivem no mesmo ambiente.
Estudos feitos com gêmeos univitelinos, ou seja, geneticamente
idênticos, demonstraram nítida correlação de peso, mesmo quando
as crianças são criadas separadamente. Do mesmo modo, verificase
que o peso de crianças adotivas possui semelhança maior com o
de seus pais verdadeiros do que com os de adoção.
A influência da genética na obesidade já era reconhecida por volta
dos anos 70. Mas foi na década de 90, quando se identificou o gene
que expressa a leptina, que o conceito sobre essa doença começou
a mudar completamente para os cientistas, comprovando a origem
genética dessa patologia. A leptina é uma proteína que “avisa” o
cérebro quando o organismo está satisfeito e deve começar a queimar
as calorias ingeridas. O estudo foi feito com camundongos e
verificou-se que, sem essa substância em ação, o camundongo não
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só desconhece a sensação de saciedade como é também incapaz
de queimar as calorias ingeridas com eficiência. Tanto o excesso de
apetite quanto a pouca saciedade podem ser explicados por fatores
genéticos.
A queima ineficiente de gordura também pode estar relacionada à
leptina ou, ainda, a outros componentes orgânicos, como hormônios,
enzimas, receptores etc.
A distribuição da gordura corporal em uma região ou outra do corpo
tem a ver com o sexo, mas também resulta de fatores genéticos e
ambientais.
A base genética da obesidade é complexa e várias pesquisas e teorias
têm sido feitas a respeito. Mas o assunto é ainda objeto de
muitos estudos.
Endocrinopatias
As doenças de origem hormonal são causas raras da obesidade
(inferior a 10% dos casos). Algumas delas são: síndrome
hipotalâmica, síndrome de cushing, hipotireoidismo, síndrome dos
ovários policísticos, pseudo-hipoparatireoidismo, hipogonadismo,
deficiência de hormônios do crescimento, insulinoma e
hiperinsulinismo.
Baixa atividade física
O exercício físico contribui com 8 a 20% do gasto diário total de
energia. Além disso, pode modular o apetite, pois ajuda a regular os
mecanismos cerebrais que controlam a ingestão de alimentos. Também
proporciona um aumento da massa corporal magra (músculos)
e provoca alterações enzimáticas que facilitam a queima de gordura
nos tecidos, o que torna o indivíduo ativo mais propenso a perder
peso e a mantê-lo reduzido.
Pessoas sedentárias apresentam um gasto calórico reduzido e podem
ter mais dificuldade de queimar a gordura e mais facilidade
para armazená-la.
Nas últimas décadas, o brasileiro, de um modo geral, trocou atividades
como esportes e caminhadas pela televisão, considerada a principal
opção de lazer das diferentes camadas da população. A modernização
dos processos produtivos também foi responsável pela
redução da atividade física. A forma de trabalhar e de viver de grande
parte dos brasileiros requer cada vez menos de energia.
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Alimentação
Como já vimos, a obesidade apresenta várias causas, mas talvez a
mais simples de ser compreendida e também a mais divulgada (mas
nem por isso a mais comum) seja um maior consumo de alimentos
(calorias) em relação a um menor gasto de energia. É preciso deixar
claro que nem sempre os gordos apresentam excesso de peso só
porque comem muito, pois existem outros motivos para o ganho de
peso. No entanto, é bem verdade que, em muitos casos, os exageros
na alimentação são os responsáveis pelos quilos a mais.
Maus hábitos alimentares também ajudam a engordar, tais como:
n Não ter horários fixos para comer, ou seja, “beliscar” a toda hora.
A pessoa perde o controle da quantidade que comeu e acaba
comendo muito, sem nem perceber.
n Exagerar no consumo de alimentos gordurosos, como frituras,
manteigas, óleos, doces cremosos, chocolates etc.
n Fazer “dietas da moda”, responsáveis pelo efeito ioiô, isto é, o
“emagrece-e-engorda” dos que fazem esses tipos de dieta (veja
mais detalhes no item dietas da moda).
n Ficar longos períodos em jejum. A fome e o apetite aumentam
e a pessoa acaba comendo mais.
n Fazer poucas refeições durante o dia e em grandes volumes. O
volume do estômago pode aumentar e também a quantidade
de alimentos que a pessoa consegue comer.
Outros fatores relacionados à obesidade
A Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutrição (PNSN), realizada em
1989, apontou dados sobre a obesidade entre adultos no Brasil que
explicariam os altos índices de obesidade no país. São eles:
n Dieta desequilibrada, onde predominam alimentos muito
calóricos e de fácil acesso (cereais, óleo, açúcar) à população
mais carente.
n Redução do tamanho da família, aumentando a disponibilidade
de alimentos na casa.
n Melhora da infra-estrutura básica, elevando a expectativa de vida
da população. Com isso, o peso da população aumenta, já que o
percentual de gordura é maior com a idade.
n Estrutura demográfica: as pessoas se concentram mais nas cidades,
onde gastam menos energia, têm acesso a variados tipos
de alimentos (principalmente industrializados) e possuem
maior expectativa de vida.
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Conseqüências
Diversas patologias e condições clínicas estão associadas à obesidade.
Alguns exemplos são:
n Apnéia do sono
n Acidente vascular cerebral, conhecido popularmente como derrame
cerebral.
n Fertilidade reduzida em homens e mulheres.
n Hipertensão arterial ou “pressão alta”.
n Diabetes melito.
n Dislipidemias.
n Doenças cardiovasculares.
n Cálculo biliar.
n Aterosclerose.
n Vários tipos de câncer, como o de mama, útero, próstata e intestino.
n Doenças pulmonares.
n Problemas ortopédicos.
n Gota.
Os prejuízos que o excesso de peso pode causar ao indivíduo são
muitos e envolvem desde distúrbios não fatais, embora comprometam
seriamente a qualidade de vida, até o risco de morte prematura.
Os dados existentes são alarmantes: estima-se que mais de 80
mil mortes ocorridas no país poderiam ter sido evitadas se tais pessoas
não fossem obesas.
Tratamento
O objetivo de tratar a obesidade hoje é alcançar um peso saudável e
não mais o peso ideal. Mas o que seria o peso saudável? O das
modelos e bailarinas extremamente magras ou dos artistas de televisão?
Com certeza, não. O peso saudável é aquele adequado para
desempenhar as atividades (internas e externas) do organismo, nem
para mais, nem para menos. Trata-se de um peso onde as complicações
associadas à obesidade são nulas ou mínimas.
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Um corpo bonito ou magro não é sinônimo de saudável. É necessário
analisar cada caso separadamente, pois as necessidades variam
de acordo com o indivíduo. Por isso, não é coerente querer ter o
corpo igual ao de uma outra pessoa. O peso saudável varia de pessoa
para pessoa. Um nutricionista e/ou médico são os profissionais
de saúde que podem avaliar a adequação do peso dos indivíduos.
O tratamento da obesidade varia de acordo com a gravidade da doença.
Em alguns caso, são necessários medicamentos ou até mesmo
intervenções cirúrgicas. No entanto, existem recomendações
gerais adequadas para a grande maioria dos obesos: educação (ou
reeducação) alimentar, atividade física e a participação familiar e
comunitária nesse processo. Vamos tratar desses temas a seguir.
A educação (ou reeducação) alimentar
É preciso que a pessoa entenda e aprenda (ou reaprenda) o significado
e a importância de se comer bem (e não bastante!), isto é, de
trocar os maus hábitos por bons hábitos alimentares. Trata-se de
um novo estilo de vida, de ampliar conceitos, mudar costumes... o
que não é nada fácil, ainda que possível. É por isso que a educação
alimentar é tão importante.
Esse aprendizado pode e deve ocorrer em qualquer lugar, mas a
escola é um espaço privilegiado para o estudo da alimentação e da
nutrição como ciência, arte, técnica e história. A escola deve atuar
como um laboratório em permanente atividade de busca, de inquietação,
de interrogações sobre o homem e as suas condições de
vida. Afinal, é na escola que se revelam e que podem ser solucionadas
as dificuldades que existem fora dela.
Orientações nutricionais
Várias orientações nutricionais são importantes para a educação alimentar.
Confira algumas:
n Seja realista: faça pequenas mudanças no modo como você se
alimenta e no seu nível de atividade física. Não comece com
grandes alterações, vá passo a passo. Após o primeiro pequeno
sucesso, estabeleça um novo objetivo e prossiga.
n Seja aventureiro, saia da mesmice! experimente alimentos e
preparações que você não conhece, especialmente se forem à
base de frutas e verduras. Comece por aquele alimento que você
nunca experimentou. Ele pode ser gostoso e irá ajudar você a
melhorar o seu consumo de nutrientes.
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n Seja flexível: não fique pensando se você cumpriu ou não os
seus objetivos em apenas uma refeição. O ideal é ter um plano
diário, mas caso você exagere em uma refeição, coma menos
na próxima.
n Seja sensível: aprecie todos os tipos de alimentos e preparações.
n Prefira uma dieta pobre em gordura e em colesterol e rica em
frutas e verduras.
n Modere as quantidades de açúcares, sal e sódio.
n Caso consuma bebida alcoólica, faça-o com moderação.
n Beba, no mínimo, oito copos de água por dia entre as refeições.
n Estabeleça horários fixos para se alimentar.
n Divida a alimentação em cinco ou seis refeições (café da manhã,
lanche, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia), reduzindo a
quantidade consumida em cada uma delas.
n Prepare o prato com toda a quantidade de alimentos a ser
consumida, para ter o controle da quantidade que vai comer.
n Siga o guia da pirâmide dos alimentos, consumindo as porções
para cada grupo de alimentos de acordo com a idade (veja mais
detalhes no texto sobre alimentação saudável).
n Prefira ambientes agradáveis para fazer as refeições e evite assistir
televisão enquanto come.
n No almoço e no jantar, coma primeiro os vegetais crus e folhosos,
como o alface e a rúcula, pois eles promovem uma sensação de
saciedade mais rápida. Isso fará com que sua fome diminua e
você coma os outros alimentos em menor quantidade.
É importante deixar claro que essas são apenas algumas orientações
gerais. A obesidade, como já mostramos, é uma doença e
como tal deve ser orientada e tratada pelo profissional adequado,
neste caso o nutricionista ou médico. O professor deve orientar o
aluno ou o responsável por este a dirigir-se a um serviço de saúde
para receber informações mais específicas.
Participação da escola e da família
Toda a família deve participar do processo de educação alimentar. A
recomendação vale, especialmente quando se trata de mudar os
hábitos das crianças, pois elas se espelham nos adultos. O exemplo
dos professores e educadores também é fundamental. Convém
prestar atenção nos produtos vendidos nas lanchonetes das escolas,
pois a maioria não apresenta valor nutritivo, sendo apenas fonte
de gorduras e calorias extras.
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A atividade física
A melhor maneira de controlar o peso é a combinação de dieta com
exercícios físicos e não apenas um ou outro. O ideal é fazer um
pouco de atividade física todos os dias, ou pelo menos três vezes
por semana. Você não precisa ficar várias horas fazendo exercícios
e suando sem parar. “Pegar pesado” é para atletas. A criança, assim
como as pessoas em geral, devem procurar uma atividade que
lhes agrade, convidar um amigo para participar... o professor de
Educação Física é a pessoa ideal para orientar sobre o assunto. Ficar
parado é que não dá!

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