Ervas do Sítio - parte 3


A utilizaç ão de plantas medicinais nessa é poca era muito comum na alimentaç ão e na
aromatizaç ão de bebidas. Havia, por exemplo, um licor de á gua de rosas que era
misturado com ervas aromá ticas e ingerido após as refeiç ões.
Nos escritos de Aristófanes, poeta cômico ateniense (meados de 450 a.C.) encontram-se
citaç ões de numerosos vegetais frescos e condimentos usados em sua é poca, a exemplo do
alho, anis, cardo-mariano, rá bano, tomilho e alho-porró. Hoje em dia, o cardo-mariano
tem seu uso restrito à terapêutica.
No herbaná rio do mé dico grego e farmacologista Pedanius Dioscórides (512 d.C.) há
informaç ões sobre o uso de um óleo feito à base de lírios, que tinha o poder de melhorar a
aparência da pele. Sua obra principal, De matéria médica, foi a fonte mais clá ssica para
a terminologia da botânica moderna até o sé culo 16. Outros cosmé ticos vegetais eram
utilizados para esse fim, elaborados à base de acá cia, tamareira, alfarrobeira, zimbro,
romãzeira, palma, sicômoro, anêmona, assa-fé tida, genciana, benjoim e outros,
misturados a trigo, aipo, alho, cebola, pepino, melão e cevada.
Índia
Uma das mais antigas civilizaç ões, a Índia sempre teve sua medicina dirigida para o uso
das plantas e dos produtos de origem natural. A sabedoria hindu está toda registrada
nos Vedas, um acervo escrito em sânscrito. O Yajur-veda, que é uma das divisões dos
Vedas, contém muitas informaç ões voltadas para a medicina e sua é tica, com a
predominância do uso de ervas e produtos naturais.
Na Índia do ano 1000 a.C. encontramos o apogeu das ervas medicinais e má gicas. O
principal objetivo da medicina hindu era prolongar a vida, e a principal fonte de
conhecimento eram as ervas, filhas diletas dos deuses. Só podiam ser colhidas por
pessoas puras e piedosas, e deviam crescer longe da vista humana e do pecado. Eram
usadas basicamente de duas maneiras, uma para limpar o corpo e estimular as secreç ões
e outra como sedativo.
Charoka, famoso médico indiano e profundo conhecedor da astronomia, dividiu a
medicina em oito partes, uma delas dedicada ao rejuvenescimento. Dentro de seus
estudos, Charoka divulgou mais de 500 remé dios elaborados à base de plantas e os
recomendou també m para prolongar a vida e reduzir o peso em casos de obesidade.
A história da Índia também se mostra bastante rica em relaç ão à utilizaç ão de
condimentos e especiarias, empregados desde tempos imemoriais em dietas alimentares
especiais para o tratamento e prevenç ão geral de doenç as. No tempo do rei Asoka (273-
232 a.C.), um dos grandes imperadores do país, os enfermeiros eram obrigados a ter um
conhecimento aprofundado da arte culiná ria e do preparo de remé dios.
É muito clara a relaç ão direta existente entre a medicina e a alimentaç ão nessa é poca.
Esses conhecimentos e prá ticas curativas, pela importância que tiveram, foram a base
sólida para a formaç ão da medicina ayurvé dica e da fitoterapia, hoje expandidas pelo
mundo todo.
A Índia é um país que apresenta uma culiná ria muito diversificada, diferindo de região
para região. É considerada a mais aromá tica de todas as culiná rias do mundo, tendo
como base a mistura de condimentos chamada de "masala". Os condimentos mais
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comuns são o cominho, o cravo-da-índia, a canela, a mostarda em grão, a pimenta-doreino,
o aç afrão, o cardamomo e o gengibre.
As preparaç ões culiná rias indianas são mundialmente conhecidas pelo seu cará ter
picante e bem-temperado, devido à grande utilizaç ão da pimenta, do gengibre e do caril,
também conhecido por curry, que é elaborado pela mistura de vá rios condimentos. O
caril acabou tendo sua fama espalhada também no Ocidente, incluindo o Brasil, onde
poucos conhecem realmente sua completa composiç ão.
Apesar de as pimentas serem ingredientes sempre presentes nos preparados, é bom
lembrar que elas só foram realmente introduzidas no país no sé culo XVI por mercadores
portugueses.
Devido ao tamanho territorial e à diversidade de clima existente no país, indo do
temperado ao tropical, a Índia sempre teve condiç ões de cultivar diversas espé cies
aromá ticas, que deram uma enorme contribuiç ão culiná ria ao mundo. Essas espé cies
eram comercializadas em vá rias regiões do mundo pelos navegadores, mantendo essa
tradiç ão de exportaç ão de seus produtos até a atualidade.
Para o hindu, a utilizaç ão apropriada e criteriosa dos condimentos é vista, ainda hoje,
como uma arte complexa e especial. Em sua cultura, principalmente por ser um povo
extremamente religioso, consideram o alimento um presente de Deus para a manutenç ão
do corpo físico. Ocorre também o surgimento de lendas e histórias ao redor de algumas
plantas, que acabaram se tornando um tabu para algumas sociedades. É o caso da
cebola, do alho, do nabo e dos cogumelos, que não faziam parte da alimentaç ão cotidiana
das classes mais elevadas da sociedade indiana.
Outra curiosidade é que na Índia, após as refeiç ões, tem-se por há bito mascar folhas de
"paan", também conhecido por bé tel, que atua como digestivo e calmante. Encontra-se à
venda normalmente em forma de tabletes enriquecidos com substâncias exóticas como
aç afrão, almíscar, fumo socado com á gua de rosas e mesmo folhas de coca.
Mundo árabe
A Ará bia tem uma história marcante no que diz respeito aos condimentos. Muito de sua
prosperidade foi baseado no comé rcio de especiarias, feito por enormes carregamentos
para as regiões do Ocidente. A famosa história das Mil e Uma Noites é um rico arquivo
de citaç ões de diversas ervas condimentares de efeito afrodisíaco e com propriedades
má gicas.
Os á rabes introduziram e popularizaram no Ocidente muitos condimentos, tais como o
anis, o cominho, a canela, a noz-moscada e outros, os quais acabaram se incorporando à
culiná ria espanhola. As especiarias alcanç avam altos valores no mercado da é poca e
eram normalmente reservadas ao consumo das classes privilegiadas da sociedade. Uma
libra de gengibre, por exemplo, valia uma ovelha. Com uma libra de cravos-da-índia era
possível comprar uma vaca. Um saco de pimenta-do-reino, valiosíssima, chegava a valer
a vida de um homem.
A medicina á rabe, como em todas as outras civilizaç ões antigas, também era ligada à
religião. Dava-se também muita importância à higiene pessoal e eram rotineiros os
banhos. De acordo com um dos versículos do Alcorão, a essência da vida era constituída
por abluç ões, perfumes e oraç ões.
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As mulheres dos haré ns do norte da Á frica e do Oriente Mé dio, principalmente as turcas,
perfumavam seus há litos e eliminavam o odor desagradá vel do corpo com banhos e loç ões
feitas com as sementes do feno-grego.
Palestina e Babilô nia
A tradiç ão simbólica das plantas na Antiga Palestina sempre esteve vinculada a citaç ões
bíblicas e suas respectivas interpretaç ões. O Antigo Testamento cita cerca de cem
espé cies de plantas, entre elas ervas, á rvores e flores, utilizadas não só na alimentaç ão,
mas também na medicina – como a mandrá gora – e de forma ornamental. Muitas dessas
espé cies eram usadas como condimentos para enriquecer o aroma e o sabor de pratos
feitos nas cerimônias religiosas.
Podemos encontrar referências, por exemplo, da utilizaç ão do coentro, do alho, da cebola,
do alho-porró, do aç afrão, do cominho e da canela, entre outros. Na Antiga Palestina,
cerca de 1.800 a.C., há outra referência bíblica: os descendentes de Abraão que rumavam
a Canaã, conduzidos por Moisé s, eram alimentados apenas pelo maná , que encontravam
no deserto. Maná era o nome dado à resina da tamareira que, ao amanhecer, pendia
como gotas de orvalho nas pedras e ervas, doces como o mel.
Para o povo judaico, o alimento desempenha até os dias de hoje funç ão muito importante
nas cerimônias religiosas, apresentando um rico simbolismo. É interessante notar que os
há bitos e preceitos alimentares judaicos influíram muito na formaç ão de preconceitos
gastronômicos em vá rias partes do mundo.
Na civilizaç ão judaica antiga, os sacerdotes acreditavam num Deus ú nico e não havia
lugar para superstiç ões. A higiene era um fator importante e definida pela Lei Mosaica,
que ditava preceitos da é poca. Com seus conhecimentos, os judeus deixaram um rico
legado no que diz respeito à higiene e à medicina preventiva. Eram comuns também os
banhos purificadores e ritualísticos, com o uso abundante de plantas e aromas.
Os perfumes eram imensamente apreciados e usados com reverência não só pelos
religiosos, mas també m por toda a populaç ão. Em descobertas recentes, foi encontrado no
mar Morto, juntamente com os famosos manuscritos, um frasco intacto de bá lsamo
perfumado.
Na Babilônia, uma das mais conhecidas referências do uso de plantas medicinais está
ligada ao rei Nabucodonosor, que mandou construir os Jardins Suspensos – a 7a
Maravilha do Mundo Antigo. De acordo com registros históricos, Nabucodonosor teria
ordenado a plantaç ão de alecrim e aç afrão nos jardins, junto com rosas.
Roma
Em Roma, a presenç a das plantas medicinais e aromá ticas também foi marcante. Podese
dizer até que foram os romanos que definitivamente deram aos condimentos seu
verdadeiro papel na culiná ria. Apesar de algumas civilizaç ões terem ensaiado seu uso,
foram os romanos que mais utilizaram os condimentos e ervas na cozinha. Além disso,
eles estavam por todos os lados: nos pratos, na decoraç ão, nas bebidas, nos incensos etc.
Guirlandas de ervas aromá ticas eram primorosamente elaboradas para enfeitar as festas
e os banquetes, acreditando-se que isso evitaria a ressaca, tão típica daqueles excessos.
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Na concepç ão do poeta latino Ovídio (meados de 20 a.C.), os primeiros alimentos do
homem foram as ervas. Os escritos filosóficos antigos mostravam quão íntima era a
relaç ão do homem com a natureza.
As anotaç ões do naturalista e escritor latino Plínio (sé culo I d.C.) mencionam algumas
plantas que eram cultivadas em hortas e consumidas na alimentaç ão da é poca. Dentre
elas, podemos destacar a cebola, a sá lvia, o tomilho, o alho, o coentro, o manjericão, o
anis, a mostarda, a salsa, a hortelã, a pimenta-do-reino, o cominho, as sementes de
alcaravia e de papoula.
Com a queda de Roma no sé culo 5 d.C., o mundo islâmico passou a dominar o comé rcio
do Oriente. Foi Avicena (980-1037), um renomado mé dico do Oriente, quem descobriu o
mé todo de destilaç ão para extrair os óleos essenciais das plantas aromá ticas, alé m de ter
sido fundador de um sistema ú nico de medicina, que depois se espalhou pelo mundo
inteiro.
Em Roma, a medicina antiga foi formada com base na grega, absorvendo muitos de seus
conhecimentos. Nos primeiros anos da era cristã, o famoso botânico e herborista
Dioscórides divulgou muitos trabalhos sobre o poder curativo das plantas. De acordo com
eles, há informaç ões sobre um famoso óleo de lírios usado para aquecer, suavizar e
desobstruir a pele, indicado especialmente para casos de inflamaç ão.
Os homens e as mulheres preocupavam-se muito com os cuidados do corpo e não abriam
mão de poderosos tratamentos elaborados com plantas, óleos, pomadas e ungü entos.
Usavam em abundância as essências aromá ticas, os banhos de leite e as má scaras de
beleza feitas de frutas e ervas, que normalmente eram misturadas a fermento e farinha.
Ainda em Roma, o mé dico Galeno utilizava óleos vegetais especiais para preparar o
"ceratum refrigerans", cosmé tico que ficou famoso atravé s dos tempos pelos benefícios
que trazia à pele. Os perfumes também eram bastante utilizados pelos romanos, como os
perfumes feitos à base de hortelã-pimenta (para os braç os), de manjerona (para as
sobrancelhas) e de alecrim (para os cabelos).
As frutas, como não podia deixar de ser, também eram empregadas na beleza. É o caso
da maç ã, usada juntamente com a lanolina em cremes de beleza para o rosto e corpo.
Acreditava-se ainda que a polpa da maç ã era capaz de eliminar verrugas.
Os filósofos e poetas gregos e romanos, dentre eles Hipócrates, Teocrastos e Horá cio,
tinham um interesse especial por produtos que alteravam a coloraç ão do rosto, ora
branqueando-o, ora colorindo-o. Em Roma, dava-se também muita importância ao asseio
pessoal e à higiene. Os balneá rios eram espalhados por todas as partes, em residências
particulares, pú blicas e em pré dios do Estado. Acreditava-se que os banhos de ervacidreira
tinham o poder de devolver a juventude, dar energia e prevenir a calvície.
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A magia do reino vegetal
A magia do reino vegetal baseia-se nos espíritos das plantas. Esses espíritos, chamados
de elementais, são ligados aos elementos da natureza. Temos as sílfides, que comandam
as forç as do ar; as ondinas, que reinam sobre as á guas; os gnomos, que dominam a terra,
e as salamandras, que comandam o fogo. Todos eles têm a tarefa de proteger e cuidar do
reino vegetal.
Os elementais são seres que habitam o plano astral, possuem inteligência instintiva e
apresentam-se fisicamente nas mais variadas formas, tamanhos e cores. De acordo com
os místicos, esses seres são capazes de curar e de proporcionar visões incríveis àqueles
que comungam com sua existência.
Os curandeiros, pajé s e xamãs costumam, por meio de algumas plantas, entrar em um
estado alterado de consciência, popularmente chamado de transe, no qual eles dizem
contatar esses espíritos, detectando assim as doenç as e as desordens presentes no corpo
do paciente. Esses fenômenos psíquicos persistem nos dias de hoje, principalmente nas
tribos indígenas e selvagens remanescentes, nos templos budistas e em determinadas
confrarias derviches.
A magia foi muito discutida e praticada na Antigü idade, deixando-nos como legado
informaç ões preciosas nos livros sagrados das antigas religiões, que ainda hoje são
discutidas e empregadas em seitas secretas e também por pessoas comuns, por mera
curiosidade. As tradiç ões esoté ricas mostram uma infinidade de utilizaç ões das forç as
ocultas existentes nas plantas, com o poder de curar, matar, encantar e envenenar
pessoas e animais, mesmo a distância.
Teoria das assinaturas
A Teoria das Assinaturas baseava-se no antigo prové rbio "similia similibus curantur", ou
seja, "o semelhante cura o semelhante". O mé dico e alquimista suíç o conhecido como
Paracelso (Philippus Aureolus Theophrastus Bombastus von Hohenheim, 1493-1541)
acreditava que tudo o que é criado pela natureza reproduz a imagem da virtude a que lhe
é atribuída.
Assim, essa teoria associa o uso medicinal e nutritivo de uma planta ao seu formato e
cor. Um exemplo vivo disso é a romã. Seu suco vermelho era comparado ao do sangue
humano e, por isso, usado como depurativo. Suas sementes, com formato de pequenos
dentes e dispostas como tal na polpa do fruto, eram utilizadas para tratar de dores de
dente.
Antes das descobertas científicas dos sé culos XVIII e XIX, quando ainda não se dispunha
de té cnicas para estudar as plantas com maior profundidade, a Teoria das Assinaturas
foi de grande valia para ajudar os homens a encontrar a cura para seus males no meio
natural. Hoje, ela representa uma forma de conservar e resgatar o conhecimento das
comunidades de tradiç ão oral, auxiliando no reconhecimento das plantas cujas
propriedades medicinais foram colocadas em evidência anteriormente.
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A energia vegetal
De acordo com a ciência esoté rica, todos os seres existentes em nosso planeta possuem
uma aura de energia que envolve e circunda o corpo material. Essa aura é carregada de
acordo com a vibraç ão do corpo que a rege, apresentando diferentes cores e intensidades.
No caso das plantas, aparelhos especiais permitem que se detecte a camada energé tica
que as reveste e que fornecem, de alguma forma, um direcionamento no seu uso
terapêutico. Esses aparelhos medem até mesmo a afinidade de uma planta com
determinada pessoa, explicando por que o uso da planta para a cura de uma doenç a será
ou não positiva.
Outros mé todos de pesquisa demonstram a diferenç a energé tica no campo de uma planta
em funç ão do tipo de cultivo que ela teve. Assim, plantas que foram cultivadas com o uso
de adubos orgânicos teriam um campo de energia mais equilibrado e luminoso do que
aquelas produzidas com a ajuda de aditivos agroquímicos.
De acordo com a sua energia, a planta pode ser usada também para equilibrar as
emoç ões e sentimentos das pessoas. Muitas plantas são empregadas popularmente para
a limpeza energé tica de ambientes e pessoas, por meio de incensos e fumigaç ões,
justamente porque algumas delas possuem qualidades transmutadoras que propiciam a
modificaç ão da vibraç ão atômica, devolvendo a harmonia.
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Utilizaç ã o Energé tica das Plantas
Nome da Planta Cor da Aura Funçã o terapê utico-energé tica
Alecrim Verde-rósea Ajuda a perdoar má goas
Alfazema Azul-índigo e
rosa Aumenta a autoconfianç a
Anis-estrelado Azul-clara e rosa Ajuda na entrega dos sentimentos e no
desprendimento das emoç ões
Arnica Vermelha Promove a concentraç ão de pensamentos e
idé ias dispersas
Artemísia Verde e amarela Estimula a aç ão e a manifestaç ão das idé ias
Arruda Vermelha Limpa a aura das sujeiras astrais
Babosa Laranja Ajuda no desligamento mental
Beldroega Mistura de cores Dá equilíbrio para iniciar novas fases da vida
Camomila Amarela e
violeta Ajuda a cultivar a paciência e a confianç a
Cânfora Rosa e violeta Promove o desprendimento material
Catinga-de-mulata Amarela Limpa a aura das sujeiras astrais
Capuchinha Laranja e verde Promove o sentimento de integridade e
equilíbrio
Carqueja Amarela e verde Limpa o corpo das velhas emoç ões
Confrei Verde, laranja e
rosa Estimula o sentimento de seguranç a pessoal
Dente-de-leão Verde e laranja Traz coragem para enfrentar os obstá culos
Erva-cidreira Verde e violeta Ajuda na tomada de decisões importantes da
vida
Guiné Vermelha Limpa o corpo de energias negativas
Hortelã-pimenta Verde, rosa e
violeta
Libera as energias presas promovendo o
desprendimento delas
Mil-folhas Laranja e verde Purifica o corpo de traumas e sentimentos
negativos
Sabugueiro Verde-clara Ajuda na tomada de rá pidas decisões
Sá lvia Laranja, verde e
índigo
Dá ânimo para colocar em movimento todas as
energias do corpo
Tanchagem Verde escuro Estimula a iniciativa, sem esperar retorno das
aç ões


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