Conheç a cada um deles:
Essências: São os óleos essenciais (princípios odoríferos extraídos de vá rias partes das
plantas) diluídos em á lcool, é ter ou clorofórmio.
Concretos: Produtos manufaturados mais densos e menos refinados, são normalmente
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sólidos, cerá ceos e não-cristalinos, desenvolvendo cristais de componentes aromá ticos
quase puros quando deixados em repouso. Os concretos são extratos insolú veis em á gua,
preparados a partir de hidrocarbonetos de origem vegetal, tais como cascas de á rvores,
flores, ervas, folhas e raízes. Eles são extraídos de tecidos mortos das plantas.
Absolutos: Extratos concretos altamente concentrados e completamente solú veis em
á lcool. Alguns são extratos de cerá ceos, solú veis em gordura. Costumam ser extraídos a
temperaturas não muito altas, às quais são submetidos mais de uma vez, a fim de
exaurir o concreto. Todas as substâncias insolú veis em á lcool são filtradas antes da
evaporaç ão do solvente. São muito caros, pois seu preparo exige grandes quantidades de
vegetais raros e valiosos.
Absolutos resinosos (ou resinóides alcoólicos): Extraídos com á lcool diretamente de fontes
naturais como gomas-resinas e óleos-resinas. O absoluto resinoso é extraído com á lcool
aquecido, depois destilado sob pressão a vá cuo para recuperar todo o á lcool. Alguns
exemplos desse tipo de absoluto são a resina líquida de carvalho, o absoluto resinoso de
lá udano e a resina de lírio-florentino.
Resinóides: Ingredientes líquidos viscosos, semi-sólidos ou sólidos extraídos de resinas,
gomas-resinas e óleos-resinas. Diferem dos concretos por serem produzidos a partir de
material orgânico não-celular. A mirra, o gá lbano e o olíbano são algumas das fontes de
resinóides.
Notas de perfumes
Assim como as notas musicais se harmonizam na criaç ão de uma melodia, os perfumes
também são compostos pela sintonia de três notas, que representam os óleos essenciais
que se juntam para formar a atmosfera final do buquê. As notas de perfumes são as
principais, as intermediá rias e as bá sicas. De maneira geral, as notas principais são as
primeiras sentidas pelo olfato, mas também as primeiras que se perdem da memória. As
bá sicas são as ú ltimas a serem percebidas pelo olfato, no entanto são as mais marcantes,
representando a essência que seca e permanece na pele por mais tempo.
Notas principais: Chamadas também de la note de depart, são as primeiras a se
volatilizarem quando o frasco é aberto ou quando o perfume é aplicado – por isso são
imediatamente percebidas pelo olfato, deixando a primeira impressão do odor, a qual se
perde facilmente.
Notas intermediá rias: Conhecidas também por notas corporais, são ligeiramente menos
características que as notas principais e se conservam menos na pele do que as notas
bá sicas. Quando o perfume é jogado sobre um papel mata-borrão, as notas
intermediá rias revelam seu odor característico.
Notas bá sicas: Tão importantes quanto as notas principais, são as que se fixam na pele
durante mais tempo. Ao secar, elas revelam não só o efeito fixador dos óleos essenciais,
mas també m possíveis adulteraç ões do perfume.
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Fixadores
Como os óleos essenciais são muito volá teis, ou seja, evaporam-se rapidamente, os
perfumistas usam substâncias fixadoras na hora de criar e produzir os buquês. Os
fixadores são menos evanescentes que as essências e formam um corpo em torno do qual
o perfume será construído. Mas esse papel não pode eclipsar o aroma de cada essência, a
ponto de influenciar a composiç ão dos perfumes.
Conheç a os principais tipos de fixadores:
Fixadores verdadeiros: Devido às suas densas e complexas molé culas, eles retardam o
processo de evaporaç ão por meio do efeito físico de absorç ão. O benjoim é um exemplo.
Fixadores arbitrá rios: Conservam sua nota bá sica durante todas as fases de secagem,
mas não interferem na taxa de evaporaç ão dos outros componentes do perfume. Exemplo:
líquen de carvalho.
Fixadores estimulantes: Carregam o odor do perfume e, com seu efeito siné rgico,
fortalecem os outros ingredientes. Em resultado, proporcionam ao perfume maior
durabilidade, tenacidade e capacidade de difusão. O almíscar e a algá lia são bons
fixadores estimulantes.
Falsos fixadores: Substâncias inodoras com alto ponto de ebuliç ão, que aumentam como
um todo o ponto de ebuliç ão do perfume. Costumam "roubar" algumas qualidades do
perfume, mas também escondem pequenos erros na composiç ão. O óleo de amyris é um
exemplo.
Principais Fragrâncias
Absinto
O óleo de absinto é extraído por destilaç ão da erva seca da artemísia (Artemisia
absinthium) e produzido na Europa central e meridional. A artemísia cresce também no
sudeste da União Sovié tica, no norte da Á frica, no Brasil e nos estados norte-americanos
do Oregon, Michigan, Indiana e Wisconsin. Tem odor acentuadamente herbá reo, verde,
cá lido e profundo e sua nota principal é fresca e lembra o óleo de cedro. A nota corpórea é
tenaz, cá lida é seco-lenhosa.
Algá lia
Substância mole e pastosa, a algá lia é retirada da secreç ão glandular do gato-de-algá lia,
també m chamado de civeta (Viverra civetta), ou de chifres de bú falos e bois da raç a zebu.
A essência é extraída preferencialmente do macho da civeta, geralmente dos espé cimes
que vivem na Etiópia, que rendem toneladas de essência por ano. A civeta també m
habita regiões da Índia, Indoné sia, Malá sia, China, Somá lia, Zaire, Quênia e Haiti, só
que nesses países a quantidade de algá lia produzida é menor. A algá lia fresca tem cheiro
desagradá vel, mas funciona bem no buquê quando usada em quantidade mínima, pois é
um excelente fixador.
Almíscar
Extraída do veado-almiscarado macho, o Moschus moschiferus L., e de outras espé cies de
Moschus, o almíscar vem sendo substituído por essências sinté ticas nos ú ltimos anos, por
razões ecológicas e de economia. O veado-almiscarado vive na Sibé ria, Coré ia e em toda a
China. As essências de melhor qualidade são as provenientes do Tibete. O óleo essencial
é produzido na glândula prepucial do almíscar, uma bolsa situada no invólucro do órgão
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sexual masculino desse cervídeo. O almíscar costuma "dar vida" ao perfume, por isso é
usado como fixador em grande parte dos perfumes. Seu aroma é doce, suave, levemente
animal e persistente.
Âmbar-cinzento
Considerado uma das maté rias-primas mais valiosas da perfumaria, o âmbar-cinzento
hoje é boicotado pelos perfumistas por motivos ecológicos. A essência é produzida pelos
machos da cachalote de espé cie Phiseter catadon L., depois que eles ingerem lulas
(Elodone moschatta). Ao chegar ao sistema digestivo da cachalote, a lula, que tem um
bico córneo indigerível, é circundada por uma substância agressora cinzenta, cujo
crescimento de células é anormalmente grande. Dessa massa, regurgitada pela
cachalote, é que se extrai o âmbar-cinzento. Essas massas semidigeridas são encontradas
junto às baleias, vivas ou mortas, especialmente na costa da Á frica, no Golfo Pé rsico e no
Pacífico austro-asiá tico. Hoje elas costumam ser coletadas diretamente dos intestinos de
cachalotes capturadas. O aroma do âmbar-cinzento é difícil de ser definido, mas os
especialistas costumam dizer que ele é "terroso, bolorento, almiscarado e semelhante ao
cheiro do mar, dando uma fragrância discreta, suave e penetrante".
Benjoim
Goma-resina usada como fixador e para dar corpo ao aroma. Os mais usados são o
benjoim da Tailândia, originá rio de Laos e de Tonkin e secretado pela planta Styrax
tonkinensis, e o benjoim de Sumatra, retirado da Styrax benzoides craib. O benjoim da
Tailândia tem um aroma doce e balsâmico, com uma nota característica de baunilha. O
de Sumatra é semelhante, porém um pouco mais á spero. São ingredientes importantes
na composiç ão de um dos perfumes mais populares da atualidade, o chipre (composto
també m por âmbar-cinzento, baunilha, grão de cumaru, lírio-florentino e rosa).
Cedro
O tipo de cedro mais usado para a produç ão de essências é o Juniperus virginiana, mas
há outros gêneros relacionados, tais como o junípero e o cipreste. Os principais óleos de
cedro, o de cedro-vermelho e o de cedro-do-atlas (retirado da espé cie Cedrus atlantica),
vêm, respectivamente, do estado americano da Virgínia e do Marrocos. Outros locais
produtores são o Quênia, o norte da Índia, Afeganistão, Paquistão, Japão e os estados
norte-americanos do Oregon, da Califórnia e do Texas. Os aromas de cedro dependem da
á rvore fornecedora do óleo essencial, e suas notas podem variar de secas e lenhosas a
animais.
Estoraque
Goma-resina recolhida da casca das á rvores Liquidambar orientalis, nativa da Anatólia e
da Á sia Menor, e Liquidambar styraciflua, uma variedade americana que cresce també m
no Mé xico, em Honduras e na Guatemala. Encontrada no mercado na forma de resinóide,
absoluto e óleo, tem odor balsâmico e levemente animal, semelhante ao almíscar, mas
seu cheiro é desagradá vel em altas concentraç ões.
Jasmim
Assim como a rosa, é uma das notas florais mais importantes para a composiç ão dos
perfumes. Existe em forma sinté tica, mas a essência natural é mais doce e suave, embora
mostre sua forç a mesmo se usado em pequenas quantidades. O óleo de jasmim é extraído
das flores brancas do Jasminun grandiflorum, do J. officinalis ou do J. odorantissimun,
plantas nativas da Índia. O Jasminun officinalis cresce em qualquer clima, sendo
amplamente cultivado nas regiões temperadas. O aroma do jasmim difere de acordo com
o país de origem. O jasmim francês, por exemplo, é fresco e penetrante, enquanto o
egípcio é mais cá lido e lânguido e o italiano é uma mistura das duas fragrâncias.
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Mirra
A mirra é uma goma-resina exsudada naturalmente pela casca de á rvores e arbustos do
gênero Commiphora. A verdadeira mirra vem da espé cie Commiphora myrrha, á rvores
entre 1,2 e 6 metros de altura encontradas em colinas secas e rochosas da Somá lia, da
Etiópia, do Sudão e do sul da Ará bia. Usada na forma de óleo essencial, absoluto e
resinóide, tem um cará ter ligeiramente amargo e adstringente, lembrando o cheiro da
flor de laranja e da folha de laranja-da-terra.
Olíbano
Goma-resina aromá tica extraída da casca de á rvores do gênero Boswellia, encontradas
no Oriente Mé dio, na Á frica e na Índia. É produzido basicamente no sul da Ará bia, de
onde é transportado para Bombaim e daí exportado para a Europa. O oeste da Índia, a
Somá lia, o nordeste da Á frica e a Etiópia também produzem essências de boa qualidade.
O olíbano é encontrado na forma de resinóides, absolutos e óleos e possui uma nota
principal semelhante ao limão, acrescida de uma nota suave de incenso.
Patchuli
Derivado da planta Pagostemon cablin, é um importante e versá til óleo na perfumaria,
originá rio das Filipinas e da Indoné sia, onde são produzidas as maiores quantidades da
essência. A planta també m é cultivada na Sumatra, Malá sia, em Seychelles,
Madagascar, China e Japão. Os óleos produzidos na Indoné sia são destilados també m na
Europa e nos Estados Unidos, o que provoca uma essência diferente das destiladas na
própria Indoné sia. O patchuli tem aroma semelhante ao da mirra, almiscarado, doce e
pesado. Os destilados no Ocidente têm uma característica nota principal com doç ura
frutosa, semelhante ao vinho, alé m de notas lenhosas mais suaves.
Rosa
As melhores essências de rosas são os óleos absolutos de rosa de Grasse, de rosa da
Bulgá ria, de rosa marroquina e turca, de gerânio-rosa e de folhas de rosa, mas elas
também são usadas na produç ão de ingredientes concretos. As pé talas de rosa são
colhidas ao nascer do sol, quando ainda estão molhadas de orvalho, e destiladas
imediatamente para preservar seu aroma. Um dos perfumes mais famosos que contêm
esse tipo de fragrância é o Chanel nº 5, composto também por jasmim e vetiveril, entre
outros ingredientes. As rosas mais apreciadas pelos perfumistas são as originá rias da
Franç a, Turquia, Bulgá ria, União Sovié tica, Síria, Índia, China, Marrocos e Estados
Unidos.
Sândalo
Retirados de plantas da espé cie Santalum alba com mais de 30 anos de idade. São
á rvores parasitas, que se prendem a raízes de outras á rvores, e atingem cerca de 12
metros de altura. As essências de sândalo provêm da Índia (Madras e Misore, a qual
produz o melhor tipo de sândalo), do Sri Lanka, da Indoné sia e ilhas próximas, além do
Timor e de Celebes. O sândalo tem aroma doce, suave e quase rosá ceo. També m é um
excelente fixador.
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Aromaterapia
Um pouco de história
A aromaterapia, ou tratamento por meio dos aromas, é conhecida desde tempos muito
remotos. Curandeiros e chefes tribais queimavam as ervas aromá ticas e uma nuvem de
fumaç a carregada com o seu cheiro se espalhava pelo ar, mantendo o clima místico
necessá rio para suas prá ticas e ensinamentos. É daí que vem o nome "perfumum", pois
antigamente não havia distinç ão entre medicamentos naturais e perfumes.
Dando um salto no tempo para alcanç armos a aromaterapia moderna, usada até hoje,
chegamos ao início do sé culo 20, quando o químico René -Maurice Gattefossé descobriu
que as plantas medicinais continham propriedades anti-sé pticas maiores do que os
produtos químicos utilizados na é poca.
Uma de suas descobertas foi a importância do óleo de lavanda como cicatrizante para
queimaduras (ele descobriu isso depois que queimou sua mão gravemente) e como
neutralizante de venenos da aranha viú va-negra e de algumas cobras e insetos.
Gattefossé divulgou, entre muitas outras, a receita de uma loç ão de cenoura
revitalizante. Essas receitas encontram-se em seu trabalho Formulary of cosmetics.
Quase uma dé cada depois, em 1928, ele lanç ou o livro Aromatherapie, o primeiro do
gênero e que é usado até os dias de hoje como referência no assunto.
Ó leos essenciais
Os principais componentes bioquímicos de aç ão terapêutica das plantas medicinais são
os chamados óleos essenciais. Presentes em vá rias partes das plantas, os óleos essenciais
são compostos formados por centenas de substâncias químicas – como á lcoois, aldeídos,
é steres, fenóis e hidrocarbonetos – havendo sempre a prevalência de uma, duas ou três
delas, que irão caracterizar as fragrâncias. Eles são geralmente obtidos pelos processos
de destilaç ão a vapor, extraç ão por solvente ou alta pressão.
Quando estão frescos, os óleos essenciais são incolores ou de cores claras. Com o tempo,
podem oxidar e resinificar, assumindo uma coloraç ão escura, o que altera a sua
qualidade. Por isso, os óleos essenciais devem ser guardados sempre ao abrigo da luz, em
recipientes opacos de vidro e em lugares frescos e secos. As tampas devem estar bem
apertadas e os frascos sempre cheios. À medida que a essência for sendo consumida, ela
deve ser transferida para outro frasco menor, para que o óleo não perca sua qualidade.
Os óleos essenciais são usados na terapêutica há muito tempo. Nas plantas, eles são
produzidos por motivos variados, como defesa contra fungos, insetos nocivos e ataque de
predadores ou para atrair insetos para a polinizaç ão de suas flores. O tomilho, por
exemplo, produz um óleo essencial muito rico em uma substância extremamente
fungicida.
No organismo humano, os aromas exercem um mecanismo muito interessante. Quando
aspiramos um óleo essencial, ele é absorvido pelos nervos olfativos, indo diretamente
para o cérebro, onde atinge uma região chamada de hipocampo. O hipocampo é
relacionado ao comportamento, à memória e à emoç ão. É por isso que os aromas são
muito indicados no tratamento de doenç as psicossomá ticas, ou seja, doenç as oriundas de
distú rbios psicológicos.
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Atingindo outra região do sistema nervoso, o sistema límbico, os aromas seguem para
três regiões: o hipotá lamo, que controla a agressividade; a glândula pituitá ria, que tem
aç ão direta sobre as glândulas supra-renais; e as glândulas sexuais. Isso mostra como é
ampla a aç ão dos aromas sobre o nosso organismo.
De modo geral, os componentes presentes nos óleos essenciais aumentam a circulaç ão
perifé rica do corpo. Eles têm o poder de alterar o comportamento da circulaç ão
sangü ínea, do aparelho digestivo, do aparelho uriná rio, do sistema cardiovascular, do
sistema pulmonar e, ainda, a secreç ão dos hormônios.
Em conseqü ência, os óleos essenciais, na forma concentrada, exigem muita cautela, pois
podem também causar sé rios danos quando usados de forma incorreta, visto o seu amplo
espectro de aç ão.
Principais óleos essenciais
Alecrim: E estimulante da mente e memória, é um tônico contra a estafa, o mau humor,
a apatia e a ansiedade. Alivia dores de cabeç a, age contra acnes, rugas e queda capilar e
també m equilibra os cabelos oleosos. Tem aç ão rejuvenescedora.
Alfazema (lavanda): Ajuda a tranqü ilizar o sistema nervoso, agindo sobre a emoç ão,
aliviando dores de cabeç a e diminuindo a insônia. Excelente também para trazer
tranqü ilidade ao relacionamento, para problemas digestivos e como anti-sé ptico e
cicatrizante, podendo ser utilizado em queimaduras, feridas, picadas, dermatites e
qualquer tipo de inflamaç ão na pele. É um dos óleos mais usados em aromaterapia,
especialmente em banhos e massagens relaxantes.
Almíscar: Determinaç ão, seguranç a e autoconfianç a são os principais predicados deste
aroma, que també m é um ótimo estimulante. É eficaz como afrodisíaco, atraindo o sexo
oposto.
Anis: Com perfume fresco e adocicado, é indicado nos casos de cãibras, problemas
digestivos e tosses espasmódicas. É relativamente tóxico e, por isso, deve ser usado em
pequenas quantidades, durante períodos curtos e sempre com orientaç ão de um
profissional.
Arruda: Contra o mau-olhado e as energias negativas, indicado para pessoas que se
sentem derrotadas no físico e na mente.
Bergamota: Dotado de um agradá vel perfume de frutas, este óleo essencial é um
ingrediente clá ssico das á guas-de-colônia. Usado em banhos e massagens, é revigorante e
refrescante.
Cajepute: Tem cheiro forte de cânfora e é usado basicamente em inalaç ões de vapor,
contra afecç ões respiratórias como gripe, tosse, sinusite e dor de garganta.
Calêndula (tagetes): Destilado de um tipo de calêndula que cresce apenas no norte da
Índia e sul da Á frica. O óleo tem um cheiro suave de ervas e uma coloraç ão viva, servindo
para tratar problemas nos pé s, como calos, peles grossas e verrugas.
Camomila: Existem dois tipos de óleo de camomila: azul e romana. A camomila azul, a
"verdadeira", é destilada da erva medicinal Matricaria chamomilla. Ela possui
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propriedades antiinflamatórias e é usada no tratamento de dores estomacais,
menstruais, inflamaç ão ou irritaç ão na pele e insônia. A camomila-romana é destilada da
planta Anthemis nobilis. Possui propriedades semelhantes às da camomila azul, mas,
pelos efeitos mais brandos, é indicada para crianç as ou para pessoas com pele sensível.
Usada també m como calmante e para despertar a virtude da paciência.
Campestre: Tônico para trazer sorte e ganhos financeiros, aumentando a disposiç ão para
o trabalho.
Canela: Óleo de aroma forte, doce e temperado, atua no crescimento pessoal, contra a
hipersensibilidade e os acessos de raiva e proporciona sucesso nos negócios, pois atrai
sorte e determinaç ão para resolver problemas. Ú til para tonificar os sistemas
respiratório, circulatório e digestivo, bom para massagem corporal e peles secas.
Câ nfora: Contra o pensamento negativo, concede maior liberação de energia e ajuda a
resolver casos amorosos abalados.
Capim-limão: Obtido pela destilação de dois tipos de gramíneas naturais da Índia, do
oeste da África e da Indoné sia, é um ótimo repelente contra insetos. É um poderoso
bactericida, usado no tratamento de problemas de pele, poros dilatados e acne.
Cardamomo: Com um cheiro quente e temperado, é usado há mais de 3 mil anos pela
medicina oriental. Ajuda a digestão, combate a ná usea, a flatulência e a diarré ia.
Cedro: Com um perfume suave de madeira e bá lsamo, a essência de cedro é muito usada
em misturas de óleos para massagens. Proporciona sentimentos de sucesso e honradez e
alivia as tensões nervosas. Pode ser usada no tratamento de peles e cabelos oleosos e
caspa e é també m indicada contra resfriados e como expectorante.

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