Se as pessoas começarem a falar do seu site, se elas voltam com freqüência, se a sua metáfora for mencionada por alguém ou se a sua página de entrada estiver realmente boa, então você conseguiu criar um site de terceira geração.
As pessoas começarão a ter uma certa identificação com o site. Elas se sentirão realmente atraídas a fazer do site um lugar para visitar regularmente. Você terá uma verdadeira comunidade em torno do seu site.
Se você conseguir tudo isso, terá realmente conseguido criar um excelente site.
GRÁFICOS PARA WEB
Gráficos são elementos importantes na construção de sites web. Além da preocupações comuns relativas à beleza e criatividade, este tipo de gráfico deve ser criado pensando nas limitações relativas a cores e tamanho do arquivo gerado...
Existem basicamente dois tipos de imagens feitas por computador: vetoriais e bitmaps. Vetores são imagens definidas a partir de regras como "desenhe uma linha de 10,10 até 120,30", "desenhe um círculo com centro em 50,60 e raio 10", "pinte a área em 20,20". Os bitmaps são diferentes: você tem o desenho feito ponto a ponto, como se ele fosse pintado sobre papel quadriculado, onde cada quadradinho pode ser pintado de apenas uma cor.
Uma imagem vetorial simples é um arquivo pequeno, que pode ser facilmente desenhada em vários tamanhos sem perder qualidade. As extensões de gráficos vetoriais mais conhecidas são WMF (Windows Metafile), CDR (Corel Draw), DWG, DXF (ambos do AutoCAD) e AI (Adobe Illustrator).
Uma imagem em mapa de bits é mais detalhista, mas geralmente ocupa mais espaço que uma imagem vetorial simples. Este formato é necessário quando se utiliza imagens digitalizadas, mas apresenta problemas para ser mostrada em diversos tamanhos. Este tipo de imagem perde qualidade nos tamanho muito pequenos e fica grosseira em tamanhos muito grandes. As extensões de gráficos mais comuns são BMP (Windows Paint), PCX (Paintbrush), PSD (Adobe Photoshop), CPT (Corel Photopaint), TIF (usado em editoração), GIF e JPG (usados na Internet).
Na Web, a grande maioria dos gráficos são bitmaps com extensão GIF e JPG. A razão é que estes formatos são bitmaps comprimidos. Os arquivos GIF e JPG são bem menores, por exemplo, que a mesma imagem em formato BMP.
Existem uma série de fatores que influenciam o tamanho de um arquivo gráfico para a Internet:
Número de pontos. Obviamente, a largura e a altura de um gráfico influenciam diretamente o tamanho do arquivo.
Número de cores. É necessário guardar informação sobre cores para cada ponto de um bitmap. Em um gráfico que usa cores realísticas, cada ponto ocupa 3 bytes e é possível representar mais de 16 milhões de cores. O mais comum, na Internet, é usar arquivos onde cada cor é guardada em um byte, permitindo usar até 256 cores.
Compressão. Os formatos GIF e JPG guardam os bits comprimidos. Esta compressão consiste em achar repetições dentro do arquivo e eliminá-las.
A maioria das pessoas imagina que apenas a dimensão da figura (sua altura e largura em pontos) modificam o tamanho. Como um desenvolvedor de gráficos para a Internet, você deve preocupar-se bastante com a compressão e principalmente com o número de cores de cada figura. Uma mudança nestes itens pode facilmente reduzir seu arquivo à metade do seu tamanho original. Em alguns casos, o tamanho chega a ser reduzido a um décimo.
Como já dissemos, o número de cores influencia fortemente o tamanho do arquivo. Saber utilizá-las corretamente pode ser muito trabalhoso, mas vale a pena. Não estou sugerindo que você faça apenas figuras em preto e branco, de agora em diante. O uso de várias cores é fundamental para a aparência do site. A mágica está em reduzir o tamanho do arquivo sem perder qualidade e variedade de cores. Acredito, isto é possível!
Inicialmente você precisa entender em detalhes o quanto as cores influenciam o seu arquivo e como elas são realmente armazenadas e tratadas pelo browser. Observe a tabela abaixo, que mostra o tamanho de um arquivo de 100 x 300 pontos com diversos esquemas de cores:
Tipo de arquivo Número de Cores Bits por ponto Tamanho arquivo*
Preto & Branco 2 1 1.250
Colorido, 16 cores 16 4 5.000
Colorido, 256 cores 256 8 10.000
Cor real, 16 bits 32.768 16 20.000
Cor real, 24 bits 16.777.216 24 30.000
Bitmap de 100 x 100 pontos, sem compressão, sem cabeçalhos, sem palette, em bytes
Quando se utiliza cor real, cada ponto tem sua cor definida através dos componentes em vermelho (red), verde (green) e azul (blue). Estas são as cores básicas para formação de todos os milhões de cores no nosso monitor.
Se você já definiu cores de fundo para páginas, links ou tabelas em HTML, deve conhecer o esquema RGB. Cada cor é definida como um número hexadecimal de 6 dígitos. São 2 dígitos para vermelho, dois para verde e dois para o azul. O valor de cada cor vai de 00 até FF (255 em decimal). Cada componente ocupa um byte e permite, portanto, 256 possibilidades. Multiplicando 256 por 256 por 256, temos as
16.777.216 cores disponíveis.
Quando se utiliza um número menor de cores, não vale a pena gastar três bytes para definir a cor de cada ponto. Nem tampouco deve-se utilizar alguns poucos bits para definir a cor, o que deixaria o número de opções muito restrito. A solução é usar uma tabela de cores, adicionada ao início do arquivo, descrevendo as cores a serem utilizadas no arquivo. Esta tabela é conhecida como "palette".
Observe alguns arquivos com palettes de 8 cores (3 bits) e a respectiva pallete logo abaixo. Note que, do total dos mais de 16 milhões de cores disponíveis, apenas algumas foram escolhidas para fazer parte de cada palette.
O tipo de arquivo mais comum é o que o utiliza uma palette de 256 cores (8 bits). Isto permite uma grande combinação de cores e uma razoável economia em bytes. Só é
recomendável usar mais que 256 cores quando o efeito final precisa ter uma aparência "fotográfica".
Um dos problemas básicos dos gráficos na web é saber como as cores serão visualizadas pelos usuários. Todo bom projetista de sites possui uma placa de vídeo capaz de mostrar milhões de cores, mas será que o usuário também tem uma placa assim? A resposta, na maioria das vezes, é não.
A maioria dos usuários utiliza sua placa de vídeo no modo de 256 cores. Alguns usuários possuem placas simples, outros não sabem como instalar o driver mais sofisticado e outros preferem 256 cores para melhorar a performance do Windows, especialmente em jogos.
Mesmo usando 256 cores, seu usuário tem algumas destas cores reservadas para o uso do sistema e do próprio browser. Assim, sobram em torno de 216 cores disponíveis para as suas figuras. Se você utiliza gráficos com palettes com muitas cores, é provável que o usuário não consiga ver o gráfico como você o projetou.
O Netscape e o Explorer possuem, inclusive, uma palette padronizada de 216 cores para usar nas páginas e nos seus gráficos. Esta palette inclui todas as cores básicas (verde, vermelho, azul, amarelo, ciano, magenta, preto e branco) e pelo menos 4 graduações entre cada uma destas cores. Veja no gráfico abaixo a palette padrão dos browsers.
Se você utilizar somente as cores na palette acima, todos os usuários com 256 cores no seu monitor (ou mais) verão sua imagens exatamente como você projetou. Se você utilizar uma palette com mais cores ou cores diferentes das mostradas acima (por exemplo, uma palette com 200 tons de azul), os usuários verão os gráficos de forma diferente, com as cores adaptadas para a palette padrão.
Se você faz gráficos especificamente para a web, é melhor até configurar seu programa de desenho com a palette dos browsers, para ter uma noção precisa de como os internautas comuns verão seus gráficos.
Um terrível efeito colateral no uso de arquivos bitmap é o efeito de "escadinha" que se tem quando o gráfico inclui linhas inclinadas ou curvas. Os americanos chamam este efeito de "aliasing".
No gráfico abaixo, fica claro que as linhas horizontais não apresentam este efeito. O maior problema está nas linhas inclinadas, nas curvas e nos textos. O problema no texto é ainda maior quando as fontes usadas são mais complexas.
Uma forma de evitar este problema é usar somente linhas horizontais e verticais, evitando linhas inclinadas e curvas. Obviamente, isto não é nada prático. Outra solução, mais realista, faz parte dos recursos de alguns programas gráficos e chama-se "anti-aliasing". Este processo consiste em usar cores intermediárias para suavizar as linhas. No Photoshop, por exemplo, quase todas ferramentas podem funcionar com "anti-aliasing". Observe, na figura abaixo, que foram usados diversos tons de cinza para suavizar o efeito "escadinha".
Anti-aliasing exige um número maior de cores na palette. Entretanto, todos devem concordar que vale a pena. Quanto for utilizar anti-aliasing, evite sobrepor objetos de cores diferentes. Quando isso acontece, o número de cores necessárias para o anti- aliasing é maior.
O formato de arquivos GIF (Graphics Interchange Format) foi criado pela Compuserv, um dos maiores serviços on-line dos EEUU (algo parecido com as antigas BBS). Ele é um formato de bitmaps, trabalha com palettes e inclui uma conversão conhecida como LZW, que é muito eficiente para determinados tipos de arquivos.
A compressão do arquivo GIF consiste em codificar linhas de pontos que possuem várias cores repetidas em seqüência. Se uma linha, por exemplo, possui 10 bits na cor 30, ela pode ser compactada. Normalmente, a linha seria gravada como "30, 30, 30, 30, 30, 30, 30,30, 30, 30". Depois de compactada, ela seria transformada em algo como "10 x 30". Obviamente, os bits gravados no arquivo não são exatamente como no exemplo acima, mas a idéia é a mesma.
Veja alguns exemplos reais de como se comporta a compressão dos arquivos GIF observando as figuras abaixo, que possuem 100 x 100 pontos cada uma, com palette de 256 cores.
BMP, 11.080 bytes GIF, 956 bytes GIF, 1.023 bytes
GIF, 1.121 bytes GIF, 1.388 bytes GIF, 8.502 bytes
O maior arquivo é o BMP, que não usa compressão. Entre os GIFs, você percebe que os mais compactáveis são os que possuem grandes linhas horizontais.
Outra forma de comprimir arquivos GIF é utilizar uma palette menor. Isto reduz tanto o cabeçalho do arquivo (a palette em si) quanto o número de bits necessário para armazenar os pontos propriamente ditos. A economia com a redução de palettes pode ser considerável. Para isso, é preciso um software que consiga reduzir as cores criando uma nova palette e ajustando a figura. Observe a economia de espaço e as conseqüências na figura, através dos exemplos abaixo:
8 bits - 256 cores
9767 bytes
7 bits - 128 cores
8024 bytes
6 bits - 64 cores
6215 bytes
5 bits - 32 cores
5026 bytes
4 bits - 16 cores
3813 bytes
3 bits - 8 cores
2970 bytes
Com a redução da palette de 8 bits (256 cores) para 3 bits (8 cores), diminuímos o arquivo para apenas 30% do seu tamanho. É bem verdade que a imagem de 8 cores ficou bem pior do que o original. A imagem de 32 cores, entretanto, ficou ainda muito boa e nos dá uma economia de bytes da ordem de 50%. Será que não vale a pena?
A principal regra na redução de palette é ir diminuindo o número de cores até que se note uma significativa perda de qualidade. Neste ponto, você desfaz a última redução e salva o arquivo.
O formato JPEG (Joint Photographic Experts Group) ou JPG, é adequado para a compressão de arquivos com fotos ou desenhos com muitos detalhes. Ele pode ser configurado em diferentes níveis de compressão que vão de 10 a 100. No nível 100, a
imagem obtida do arquivo JPG é idêntica ao original. Nos outros níveis, a imagem é ligeiramente prejudicada, embora ainda seja muito semelhante.
Veja os exemplos abaixo e compare a eficiência do JPG. O arquivo original, um BMP de 100 x 100 pontos com 16 milhões de cores, ocupa 30.056 bytes. Observe o resultado da conversão para GIF e vários tipos de JPG.
GIF 256 cores
6.051 bytes
JPG 100%
20.620 bytes
JPG 50%
9.481 bytes
JPG 10%
7.272 bytes
Os ganhos de qualidade são mais facilmente percebidos em fotos do que em desenhos. Observe como uma foto fica quando gravada nos formatos GIF e JPG. O arquivo original era um BMP de 100 x 100 pontos com 16 milhões de cores, ocupando 30.056 bytes.
GIF 256 cores
6.434 bytes
JPG 100%
23.341 bytes
JPG 50%
9.728 bytes
JPG 10%
7.593 bytes
Note que o JPG 100% tem excelente qualidade. Mesmo o JPG 10% tem uma qualidade superior ao GIF, que tem um certo ar "artificial". O JPG, ao perder qualidade, deixa a figura um pouco "borrada". Isto é aceitável para fotos, mas nem tanto em gráficos detalhados. O GIF deixa a figura com um ar "granulado", que fica melhor em gráficos do que em fotos.
Existem diversas ferramentas para reduzir o tamanho de seu gráfico para a web. As mais interessantes são:
Adobe Photoshop - Este é, provavelmente, o software mais utilizado para editar gráficos bitmap profissionais. Ele possui opção para ler a grande maioria dos formatos de bitmap e gravá-los como GIF ou JPG. Para usar a compressão de JPG, basta usar o menu que aparece quando você pode para salvar um JPG. Para comprimir um GIF, converta-o inicialmente para RGB usando a opção de menu "Imagem > Mode >
RGB". Em seguida, use a opção de menu "Imagem > Mode > Indexed Colors...", selecione a palette "Adaptative" e o número de bits (de 3 a 8). Depois salve como GIF.
Corel PhotoPaint - Este software, parte do pacote Corel Draw!, também é ótimo para editar bitmaps. Ele pode gravar arquivos GIF ou JPG. O menu de compressão de arquivos JPG aparece logo após o diálogo de "Salvar...", como no Photoshop. Para reduzir a palette de um GIF, use o comando "Imagem > Converter para... > Cor da paleta", selecione a opção "otimizada" e indique o número de cores (8, 16, 32, 64, 128, 256), salvando como GIF no final.
GIF Lube - Este site na Internet presta um serviço muito interessante. Acessando-o, você pode fornecer a URL de uma imagem na web (ou no seu disco local) e convertê- la nas diversas palettes reduzidas de GIF ou nos diversos níveis de JPG. Tudo é muito simples e prático. No final, você escolhe a imagem mais adequada e usa o próprio browser para salvar a imagem reduzida. Se você anda sem paciência para ficar selecionando opções no Photoshop ou no Photopaint, esta é a sua melhor opção...
Criar gráficos no computador é uma tarefa complicada. Na Internet, existem algumas dificuldades extras, como as restrições de tamanho do arquivo e palette. Entretanto, grande parte da beleza de um site vem de seus gráficos. Por isso, vale a pena estudar bem o tema e aplicar ao máximo os recursos disponíveis...
IDC - INTERNET DATABASE CONNECTOR
O IDC (Internet Database Connector) é um padrão criado pela Microsoft para facilitar a criação de aplicações Web que acessam um banco de dados. Ele funciona de forma simples e você pode criar uma aplicação facilmente. Como Banco de Dados e Internet são aplicações da moda, o assunto é interessante.
O IDC não é coisa nova. Ele funciona desde a primeira versão do servidor Internet da Microsoft. É importante lembrar que existe a forma mais moderna de fazer aplicações de banco de dados, usando as páginas ativas ASP (Active Server Pages). Também não se deve esquecer que esta é uma solução Microsoft, que roda apenas em Windows NT. Para utilizar este recurso, você precisa ter:
Servidor Windows NT
Internet Information Server (a partir da versão 1.0) Drivers de ODBC instalados no servidor
Um fonte de dados ODBC (SQL Server ou Access MDB, por exemplo)
No lado do cliente, você pode utilizar qualquer browser (inclusive da Netscape).
Para utilizar os recursos do IDC em suas homepages, você precisa atender a todos os requisitos acima. Uma situação ideal é utilizar o Microsoft FrontPage ou o Microsoft Visual InterDev para editar as páginas, mas isso não é necessário. Você pode chegar lá apenas usando o Notepad.
Antes de mais nada:
Certifique-se que o seu servidor roda Windows NT Server
Certifique-se que você possui o Microsoft Internet Information Server (IIS) instalado no seu servidor. O Windows NT 4.0 vem com a versão 2.0 do IIS, que é suficiente. Se você usa uma versão mais antiga do NT, procure na Internet (http://www.microsoft.com/iis) o IIS. Você não precisa do IIS versão 3 ou 4 para usar o IDC
Certifique-se que o driver de ODBC que você vai utilizar está instalado e funcionado. Se você optou por usar o Access, instale uma versão 7.0 (95) ou superior no Servidor. Isto garantirá a presença do driver ODBC e facilitará a criação dos seus bancos de dados. Se você preferir utilizar o SQL Server, instale-o no servidor (ou em outro na rede) e garanta que o driver ODBC está instalado.
Crie um banco de dados e as tabelas que utilizará na sua aplicação. Crie uma "Fonte de Dados" ODBC para este banco de dados. Isto é feito usando a opção "ODBC" do "Painel de Controle" do Windows NT. Se for usar o SQL Server, crie um usuário com direito para acessar este banco de dados.
Crie um diretório para guardar as consultas IDC no seu servidor. Inclua este diretório na lista do IIS, dando direito de "Read/Leitura" e "Execute/Execução". Os arquivos IDC só podem ser rodados a partir de um diretório com o direito de "Execução". Crie um arquivo "default.htm" ou desabilite a opção que permite aos usuários ver o diretório, para aumentar sua segurança neste diretório.
Garantidos os itens acima, você pode criar sua primeira consulta.
Para ter uma consulta, basta criar dois arquivos no seu diretório especial no servidor. Um arquivo terá a extensão IDC e incluirá o comando SQL da consulta. O outro arquivo, que contém o formato dos dados, terá a extensão HTX (template).
A melhor opção é editar este arquivos com o FrontPage. Assim, você terá uma interface tipo "Wizard" para criar seus arquivos. Entretanto, os arquivos são simples e podem ser facilmente criados com editores mais simples. Até o Notepad serve. O arquivo IDC contém apenas algumas poucas linhas com comandos. O arquivo HTX é um arquivo HTML com alguns recursos a mais.
Abaixo está a listagem do arquivo CONSULTA.IDC, que funciona como exemplo:
Datasource: Web FAQ (nome do DSN criado no servidor internet/intranet) Template: consulta.htx (esse é o nome do arquivo destino)
SQLStatement: SELECT Codigo, Nome, Telefone FROM Cadastro (pode ser colocado em varias linhas com o + na frente)
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