Cuidados com os alimentos - parte 6


HIGIENE
HIGIENE
AMBIENTAL
HIGIENE DOS
ALIMENTOS
HIGIENE PESSOAL
HIGIENIZAÇÃO
HORTALIÇAS
INAPETÊNCIA
INDIGESTÃO
INGESTÃO
LEGUME
LEGUMINOSAS
LIGHT
MÁ DIGESTÃO OU
INDIGESTÃO
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São os nutrientes que o organismo requer em grandes quantidades.
Trata-se dos carboidratos, proteínas e gorduras (14).
Indivíduo que lida com o preparo de alimentos.
Todos os processos que possibilitam a manutenção da vida. Processos
de transformações químicas e físicas que ocorrem no organismo:
crescimento de novos tecidos, destruição dos antigos, conversão dos
nutrientes em energia etc (1;14).
O mesmo que microorganismos.
Nutrientes que o organismo necessita em quantidades pequenas,
como as vitaminas e minerais (14).
Seres vivos microscópicos, ou seja, invisíveis a olho nu. Certos tipos
podem causar doenças no homem e até mesmo a morte. As bactérias,
fungos, leveduras e vírus são exemplos de microorganismos.
Elementos ou compostos químicos formados, em geral, por processos
inorgânicos. Muitos fazem parte do organismo humano e podem
também ser encontrados nas plantas, animais, água etc. Possuem
funções essenciais nos diferentes tecidos. Exemplos: o cálcio, o fósforo
e o magnésio participam da formação dos ossos; o ferro faz parte
dos glóbulos sangüíneos (células do sangue); o iodo atua junto aos
hormônios da glândula tireóide. Devem ser ingeridos regularmente,
mas em quantidades pequenas e diferenciadas, oferecendo ao organismo
o material necessário à sua formação, manutenção e funcionamento.
Isto pode ser alcançado através de uma alimentação variada e
equilibrada.
Trata-se do nutriente que não é sintetizado (produzido) pelo organismo
e que deve, portanto, ser fornecido através da alimentação.
São todas as substâncias químicas que fazem parte dos alimentos e
que são indispensáveis ao bom funcionamento do organismo. Em
outras palavras, são os fatores essenciais da dieta, tais como: vitaminas,
minerais, proteínas, gorduras e carboidratos (1).
MACRONUTRIENTES
MANIPULADOR
DE ALIMENTOS
METABOLISMO
MICRÓBIOS
MICRONUTRIENTES
MICROORGANISMOS
MINERAIS
NUTRIENTE
ESSENCIAL
NUTRIENTES
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PIRÂMIDE
ALIMENTAR
Instrumento educativo criado pelo Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos, dividindo os alimentos em seis grupos básicos e
recomendando um número de porções a serem consumidas diariamente
para cada um desses grupos. Grupo 1: cereais – 6 a 11 porções/
dia; grupo 2: vegetais - 3 a 5 porções/dia; grupo 3: frutas - 2 a 4
porções/dia; grupo 4: carnes e leguminosas – 2 a 3 porções/dia; grupo
5: leite e derivados – 2 a 3 porções/dia; grupo 6: gorduras, açúcar,
álcool e sal – consumo esporádico. A pirâmide mostra o que se come
no dia-a-dia. Não se trata de uma prescrição rígida, mas um guia
geral que permite escolher uma dieta saudável que seja conveniente
para o indivíduo. Além disso, incentiva o consumo de uma variedade
de alimentos que garanta os nutrientes necessários e promova
a saúde (10).
Constituintes essenciais do organismo. Diferem das gorduras e
carboidratos por conterem nitrogênio. Algumas das importantes funções
das proteínas são: formar, manter e reparar tecidos; ativar reações
químicas; participar no sistema de defesa do organismo; formar
enzimas, fluidos e secreções corpóreas; transportar gorduras,
vitaminas e minerais (1;2;5).
Resíduos do metabolismo do oxigênio que podem danificar os componentes
das células. São produzidos pelo organismo como conseqüência
do seu metabolismo normal e como parte da sua defesa
natural contra doenças. No entanto, quando produzidos em excesso
podem danificar ou provocar morte das células, produzir enfraquecimento
do sistema imunológico, desenvolver doenças crônico
degenerativas etc. Os fatores que aumentam a produção de radicais
livres são: cigarro, exposição excessiva ao sol, excesso de gordura
na alimentação, fatores emocionais, atividade física intensa,
doenças, entre outros (14).
Recomendações para a ingestão diária de nutrientes e calorias. São
determinadas através de pesquisas científicas, baseando-se nas
necessidades nutricionais do indivíduo.
Ato de alimentar-se através de porções de alimentos que são ingeridos
durante o dia. Exemplos: café da manhã, lanche, almoço, jantar,
ceia, etc.
Processo através do qual se estabelece um tipo de comunicação
entre as empresas produtoras de alimentos — que colocam na embalagem
do produto informações sobre o mesmo — e os consumidores
— que consultam a embalagem para saber o que estão comprando.
PROTEÍNAS
RADICAIS LIVRES
RECOMENDAÇÕES
NUTRICIONAIS
REFEIÇÃO
ROTULAGEM
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Satisfação plena do apetite.
Conjunto de órgãos e seus auxiliares que compõem o tubo digestivo.
São eles: boca, glândulas salivares e parótida, esôfago, estômago,
fígado, vesícula biliar, pâncreas, intestino delgado e grosso e
ânus(8;16).
Sistema de defesa do organismo. Conjunto organizado de substâncias
orgânicas que nos defende de ameaças tanto externas (ex: vírus)
quanto internas (ex: substâncias tóxicas de alimentos) (15).
Substâncias formadas por órgãos auxiliares à digestão (vesícula biliar,
pâncreas), em resposta à presença de alimento no tubo digestivo e
que promovem a digestão dos alimentos (16).
Adição artificial de nutrientes à alimentação. Ex: suplementar a carência
de vitamina C da dieta através de comprimidos contendo essa
vitamina.
Tipo de raiz muito desenvolvida pelo acúmulo de reservas nutritivas e
que tem gomos superficiais ao corpo da raiz, dos quais se desenvolvem
novas plantas (15). Exemplos de tubérculos são o inhame, o cará
e a mandioca.
Corresponde aos nutrientes contidos em um alimento, relacionados
à quantidade e qualidade.
São substâncias orgânicas essenciais. O organismo necessita de quantidades
muito pequenas para o seu funcionamento normal. A maior
parte das vitaminas não são sintetizadas pelo organismo humano.
Estão presentes em carnes, leite, frutas e vegetais (2;5).
SACIEDADE
SISTEMA
GASTROINTESTINAL
SISTEMA
IMUNOLÓGICO
SUCOS
DIGESTIVOS
SUPLEMENTAÇÃO
TUBÉRCULO
VALOR NUTRITIVO
OU NUTRICIONAL
VITAMINAS
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BIBLIOGRAFIA
1). BENDER, A. E. Dicionário de nutrição e tecnologia de alimentos.
4a ed. São Paulo: Roca.
2). MAHAN, L. K.; ARLIN, M. T. Krause: alimentos, nutrição e
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3). MARTINS, C. Fibras e fatos. — Curitiba: Nutro Clínica, 1997.
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6). LINHARES, S.; GEWANDSZNAJDER,F. Biologia hoje: seres vivos.
v. 2. São Paulo: Ática, 1992.
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Atheneu, 1998.
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ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO. COORDENAÇÃO DE
ORIENTAÇÃO ALIMENTAR. Manual da Pirâmide dos
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11). Guia da saúde. 2a ed. Ano 2. Editora símbolo.
12). EUA. AMERICAN DIABETES ASSOCIATION. AMERICAN
DIETETIC ASSOCIATION. Exchange lists for meal planning.
1995.
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Reader’s Digest. 1998.
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Guanabara Koogan, 1992.
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17). STRYJER. Sobrevida. Vol. 1, 2, e 3. Biologia e saúde, 1996.
18). SEGUNDO CONSENSO BRASILEIRO SOBRE DISLIPIDEMIAS.
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19). CÂNDIDO, L.M.B.; CAMPOS, A.M. Alimentos para fins
especiais: dietéticos. — São Paulo: Varela, 1996.
20). ALMEIDA, H.G.G. (Org.). Diabetes mellitus: uma abordagem
simplificada para profissionais de saúde. — São Paulo: Atheneu,
1997.
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Sobre o texto
Este texto foi desenvolvido como apoio ao vídeo Cuidados com os
Alimentos da série “TV Escola” do Ministério da Saúde como parte
do programa de atividades de parceria entre o Depto de Nutrição da
Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (FS/
UnB) e a Área Técnica de Alimentação e Nutrição do Departamento
de Atenção Básica da Secretaria de Política de Saúde do Ministério
da Saúde (DAB/SPS/MS).
Texto Elisabetta Recine e Patrícia Radaelli
Revisão Taísa Ferreira

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