1) Interpretação do texto “A lenda da
mandioca”, adaptado de Helena Pinto Vieira.
Objetivo da atividade
Aumentar e reforçar o conhecimento dos alunos a respeito de alimentos
através de um texto educativo.
Conhecimentos prévios necessários
Recomenda-se abordar o tema “Influências na alimentação brasileira”
(consulte o texto de apoio “Alimentação e cultura”).
Conhecimentos básicos sobre alimentos tais como: grupos de alimentos,
alimentos saudáveis, fontes de nutrientes, entre outros.
Procedimento
Leia e interprete o poema “A lenda da mandioca” com seus alunos.
Caso já tenham sido introduzidas algumas informações sobre nutrição,
faça perguntas a respeito desse tema.
A LENDA DA MANDIOCA
Nasceu num dia de sol
Uma índia mui gentil...
Era neta de um guerreiro
Da forte tribo Tupi.
O velho guerreiro da tribo
Desejou matar a filha
Que lhe dera tal netinha,
Por julgar ser estrangeiro
O pai dessa curumim.
Num sonho feliz, porém,
Escutou dizer-lhe alguém:
“se você hoje maldiz
a criança que nasceu
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cedo vai se arrepender.
Foi Tupã que a enviou,
Deixe, pois, a mãe viver...”
Mani, assim se chamou
Aquela bela menina,
Que pouco tempo durou,
Pois Tupã, bem pequenina,
Para o céu logo a levou.
Foi enterrada na oca,
E uma planta viçosa
Na terra forte brotou,
Cresceu e frutificou.
Todos logo então buscaram
Naquela casa Tupi,
E no fundo encontraram
A raiz que tinha a forma
Do corpinho de Mani.
Julgaram os índios que a planta
Lhes desse força e vigor,
Comeram dela bastante
E exaltaram seu sabor.
E foi assim que aprendeu
O bravo povo Tupi
A fazer uso da planta
Que se chamou mandioca
Em memória de Mani.
Sugestões de perguntas sobre nutrição:
n A que grupo de alimentos pertence a mandioca?
n Por que a mandioca é um alimento saudável?
n De que maneira ela pode ser preparada ?
n Que alimentos a mandioca acompanha numa refeição?
n Quem trouxe a mandioca para o Brasil?
Para responder às duas primeiras questões, apresente aos alunos a
pirâmide dos alimentos.
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2) Dramatização do texto “A lenda da mandioca”,
adaptado de Maria Thereza Cunha de Giacomo.
Objetivo da atividade
Aumentar e reforçar o conhecimento dos alunos a respeito de alimentos
através da dramatização de um texto educativo.
Conhecimentos prévios necessários
Recomenda-se abordar o tema “Influências na alimentação brasileira”
(consulte o texto de apoio “Alimentação e cultura”).
Conhecimentos básicos sobre alimentos tais como: grupos de alimentos,
alimentos saudáveis, fontes de nutrientes, entre outros.
Material necessário
n 1 pedaço de mandioca (sem descascar)
n 1 pedaço de mandioca descascado
Procedimento
Leia o texto “A lenda da mandioca: lenda dos índios Tupi” para seus
alunos.
Leia o texto novamente, mas desta vez, enquanto se realiza a leitura,
os alunos dramatizam o texto. É necessária a atuação de quatro
alunos (2 meninas para os papéis de mãe e de Mani, respectivamente;
2 meninos para os papéis de pai e pajé, respectivamente).
Caso já tenham sido introduzidas algumas informações sobre nutrição,
faça perguntas a respeito desse tema.
A LENDA DA MANDIOCA: lenda dos índios Tupi
Nasceu uma indiazinha linda e a mãe e o pai tupis espantaram-se:
— Como é branquinha esta criança!
E era mesmo. Perto dos outros curumins da taba, parecia um
raiozinho de lua. Chamaram-na Mani.
Mani era linda, mas silenciosa e quieta. Comia pouco e pouco bebia.
Os pais preocupavam-se.
— Vá brincar, Mani, dizia o pai.
— Coma um pouco mais, dizia a mãe.
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Mas a menina continuava quieta, cheia de sonhos na cabecinha.
Mani parecia esconder um mistério.
Uma bela manhã, não se levantou da rede.
O pajé foi chamado. Deu ervas e bebidas à menina. Mas não atinava
com o que tinha Mani. Toda a tribo andava triste. Mas, deitada em
sua rede, Mani sorria, sem doença e sem dor.
E, sorrindo, Mani morreu.
Os pais a enterraram dentro da própria oca. E regavam sua cova
todos os dias, como era costume entre os índios Tupis. Regavam
com água; mas também com lágrimas de saudade.
Um dia, perceberam que, do túmulo de Mani, rompia uma plantinha
verde e viçosa.
— Que planta será esta? Perguntaram, admirados. Ninguém a conhecia.
— É melhor deixá-la crescer, resolveram os índios. E continuaram
a regar o brotinho mimoso.
A planta desconhecida crescia depressa. Poucas luas se passaram
e ela estava altinha, com um caule forte, que até fazia a terra se
rachar em torno.
— A terra parece fendida, comentou a mãe de Mani. — Vamos
cavar?
E foi o que fizeram. Cavaram pouco e, à flor da terra, viram umas
raízes grossas e morenas, quase da cor dos curumins, nome que
dão aos meninos índios. Mas, sob a casquinha marrom, lá estava a
polpa branquinha, quase da cor de Mani. Da oca de terra de Mani
surgia uma nova planta!
— Vamos chamá-la Mani-oca, resolveram os índios. — E, para não
deixar que se perca, vamos tentar transformar a planta em alimento!
Assim fizeram! Depois, fincando outros raminhos no chão, fizeram
a primeira plantação de mandioca. E até hoje entre os índios do
Norte e Centro do Brasil é este um alimento muito importante.
E, em todo o Brasil, quem não gosta da plantinha misteriosa que
surgiu na casa de Mani?
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Sugestões de perguntas sobre nutrição
n A que grupo de alimentos pertence a mandioca?
n Por que a mandioca é um alimento saudável?
n De que maneira ela pode ser preparada ?
n Que alimentos a mandioca acompanha numa refeição?
n Quem trouxe a mandioca para o Brasil?
Para responder à duas primeiras questões, apresente aos alunos a
Pirâmide dos alimentos.
3) Leitura e interpretação do texto “A lenda do
guaraná: lenda dos índios Maués”, adaptado de
Maria Thereza Cunha de Giacomo.
Objetivo da atividade
Aumentar e reforçar o conhecimento dos alunos a respeito de hábitos
alimentares indígenas através de um texto educativo.
Conhecimentos prévios necessários
Recomenda-se abordar o tema “Influências na alimentação brasileira”
(consulte o texto de apoio “Alimentação e cultura”).
Procedimento
Leia e interprete o texto “A lenda do guaraná: lenda dos índios
Maués” com seus alunos. Incentive uma discussão sobre costumes
e hábitos indígenas, incluindo o tema alimentação.
A LENDA DO GUARANÁ: lenda dos índios Maués
Existiam antigamente três irmãos índios — uma mulher e dois homens.
A moça era tão boa dona de casa, cozinhava tão bem e conhecia
tantas plantas que curavam doenças, que os irmãos não queriam
que ela se casasse e saísse de casa, para não perderem seus serviços.
Mas todos os outros índios e todos os bichos da selva sonhavam
com ela.
Certa tarde, um suave perfume atraiu a índia. Alguém conseguira
enfeitiçá-la.
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E, às escondidas dos irmãos, a índia se casou. “Meu casamento
não pode ser descoberto. Tomo conta do Noçoquém, lugar encantado
em que plantei castanhas, e eles não querem me perder”, pensou
ela.
Quando os irmãos descobriram que a moça tinha se casado e ia ter
um filho, trataram-na muito mal. Mas como ela continuava cuidando
deles, deixaram-na em paz.
Nasceu um menino bonito e forte. Logo que pôde falar, o indiozinho
pediu:
— Mamãe, quero comer castanhas, daquelas que meus tios gostam
tanto.
— Cuidado, filhinho. Seus tios não dão castanhas a ninguém. Até
puseram a Cutia, a Arara e o Periquito de guarda no Noçoquém.
Mas o menino insistiu e a mãe levou-o ao lugar encantado.
— Alguém andou comendo castanhas... desconfiou a Cutia dando
pelas cinzas onde haviam assado algumas. Correu e contou tudo
aos irmãos da moça.
— Duvido! disse um irmão.
— Vai ver que é verdade, disse o outro.
Os dois índios resolveram mandar o Macaquinho da boca roxa tomar
conta da castanheira. Foi a conta! O menino apareceu e o mataram
logo.
Desesperada ao vê-lo morto, sua mãe resolveu enterrá-lo ali mesmo.
— Meu filho, você será a maior força da natureza! Será bom para
os homens, curando-os das doenças que tiverem e livrando-os de
outras! gritou ela. Depois, deixou um bicho de sua confiança tomando
conta da sepultura.
Da cova, foi brotando uma plantinha. O arbusto crescia. Era o guaraná,
planta cujos frutos dão força e fazem bem à saúde.
Quando o arbusto já era uma bela árvore, a terra se abriu e dela saiu
um bonito menino. Era o filhinho da índia que havia ressuscitado.
Que alegria! A mãe abraçou-o, beijou-o muito e pôs-lhe na boca um
dentinho feito de barro.
Dizem que é por isso que os dentes dos Maués apodrecem cedo,
tornando-se cor de terra.
O guaraná que surgiu do menino encantado é uma planta muito
apreciada. Do seu fruto ralado, faz-se uma bebida saudável e gostosa.
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4) Glossário de alimentos
Objetivo da atividade
Aumentar o conhecimento dos alunos a respeito de tipos de alimentos
com a ajuda de um dicionário.
- Explorar o tema “Influências na alimentação brasileira” (consulte o
texto de apoio “Alimentação e cultura”).
Material necessário
n Dicionário
Procedimento
Leia o poema abaixo com os alunos e estimule a consulta a um
dicionário para buscar o significado das palavras sublinhadas. Sugerimos
a consulta do professor ao glossário do texto “Alimentação e
cultura” para que tome conhecimento da descrição de pratos típicos
e de outros termos que, com o tempo, sofreram modificação, a
exemplo do “corá”, atualmente conhecido como curau.
Explore o conteúdo do poema, comentando a origem dos alimentos
que aparecem no texto. Discuta a influência dos índios, portugueses
e negros na alimentação brasileira. É interessante que os alunos
façam uma pesquisa sobre os ingredientes dos pratos típicos
aqui citados e a região a qual pertencem.
São fartas as nossas terras
De palmitos, guarirobas,
Coroá cheiroso, taiobas
E bolos de Carimãs.
Destes bolinhos, Marília,
Usam muito aqueles povos,
Fazendo um mingau com ovos,
Quase todas as manhãs.
Temos o cará mimoso,
Temos raiz de mandioca,
Da qual se faz tapioca,
E temos o doce aipim.
Temos o caraetê,
Caraju, cará barbado,
O inhame asselvajado,
A junça, o amendoim.
Mangaritos redondinhos,
Batatas-doces, andus,
Quiabos e carurus,
De que se fazem jambés.
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Temos quibebes, quitutes,
Moquecas e quingombôs,
Gerzelim, bolos d’arroz,
Abarás e manauês.
Temos a canjica grossa,
Pirão, bobós, caragés,
Temos os jocotupés,
Ora-pro-nóbis, tutus.
Também fazemos em tempo
Do milho verde o corá,
Mojanguês e vatapás,
Pés-de-moleque e cuscuz.
5) Hábitos alimentares de personagens do
interior brasileiro (brejeiros e sertanejos)
Objetivo da atividade
Introduzir curiosidades sobre os hábitos alimentares de personagens
do interior brasileiro e sobre os valores culturais associados a
certos alimentos.
Material necessário
n Dicionário
Procedimento
Em antigos cantos, observa-se a rivalidade entre matutos, que
moram nos brejos, e sertanejos, que moram nos sertões. Logo a
seguir, são citados cantos do sertanejo Bernardo Nogueira e do brejeiro
Manuel Serrador. O professor deve interpretar os cantos junto
com os alunos e estimular a consulta ao dicionário dos termos sublinhados
e desconhecidos. Em seguida, deve comentar os valores
culturais dos alimentos consumidos por brejeiros do ponto de vista
de um sertanejo e vice-versa. É interessante perguntar a opinião
dos alunos sobre tais hábitos alimentares.
Canto de Bernardo:
Por isso não, que na mata
Chove quase o ano inteiro,
Porém se encontra brejeiro
Com precisão bem ingrata, só se sustenta em batata, couve, bredo
e fruta-pão,
Caranguejo e camarão,
Beiju mole, angu de massa,
E não é assim que passa
Sertanejo no sertão.
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O pessoal sertanejo
Vive sempre na fartura;
Come carne e rapadura,
Leite, coalhada e queijo,
Come, a matar o desejo,
Peru, galinha e capão;
Lombo, arroz, bife, leitão,
Peixe, lingüiça, toucinho,
Come doce e bebe vinho,
Sertanejo no sertão.
Matuto nasce no escuro
E põe-se logo a chorar,
Dão-lhes antes de mamar,
Garapa de mel de furo;
O pirão que tem seguro
É timbu e camaleão,
Caranguejo e camarão
Cozinhados com pimenta,
É só em que se sustenta
Matuto no lameirão.
Canto de Manuel:
O sertanejo não pode
Pabular que passa bem;
No corpo, caatinga tem
De comer carne de bode,
E nenhum não se incomode
Com essa declaração;
Angu de milho e feijão
Que macassa é seu nome,
É justamente o que come
Sertanejo no sertão.
6) As influências na alimentação brasileira
Objetivos da atividade
Abordar o tema “As influências na alimentação brasileira” e reforçar
as informações com atividades de recorte de figuras e pesquisa.
Conhecimentos prévios necessários
Os conhecimentos serão passados durante a atividade.
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Material necessário
n Revistas
n Tesouras
n Cola
n Lápis de cor
n Cartazes
Procedimento
Comente com os alunos a influência dos índios na alimentação brasileira.
Consulte o texto de apoio “Alimentação e cultura” para informações
sobre o tema. Fale dos alimentos que já existiam em nosso
país antes da chegada de Pedro Álvares Cabral, em 1500. Cite exemplos
de alimentos consumidos pelos índios e de pratos de origem
indígena que fazem parte dos hábitos alimentares dos brasileiros
até os dias de hoje.
Os alunos deverão procurar tais alimentos em revistas, recortá-los
e colá-los em um cartaz com o título “Alimentos de origem indígena”.
Os alimentos que não forem encontrados poderão ser desenhados.
O professor cita os ingredientes de alguns pratos ou estimula
a pesquisa dos mesmos.
Esta atividade também pode ser realizada com os temas:
n A influência dos portugueses na alimentação brasileira.
n A influência dos negros na alimentação brasileira.
n A influência dos colonos na alimentação brasileira.
n As influências atuais na alimentação brasileira.
n Alimentação nas diferentes regiões do Brasil.
7) Jogo da memória
Objetivos da atividade
Reforçar as informações sobre o tema “As influências na alimentação
brasileira” através de um jogo de cartas.
Conhecimentos prévios necessários
Aula sobre “As influências na alimentação brasileira”. O professor
consultar o texto de apoio “Alimentação e cultura”.
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Material necessário
n Recortes de revista, desenhos, figuras e/ou nome de alimentos
que fazem parte dos hábitos alimentares dos brasileiros.
n Figuras, desenhos e/ou nome de personagens que influenciaram
na alimentação dos brasileiros (índio, negro, português, francês,
italiano, alemão etc.)
n Colar ou escrever todos os itens em um papel duro (como cartolina)
e recortar em forma de cartas de baralho (do mesmo tamanho
e cor).
Procedimento
O jogo da memória consiste em mostrar todas as cartas, depois
virá-las de cabeça para baixo e misturá-las. O aluno deve virar uma
das cartas e descobrir onde está o par que lhe corresponde. Por
exemplo: se o aluno vira uma carta que apresenta o desenho (ou
palavra) de uma mandioca, deverá procurar seu par respectivo, que
é o índio.
As cartas são misturadas uma única vez, no início do jogo. Na medida
em que forem sendo viradas, o jogo fica mais fácil, pois o aluno
irá identificando o local onde se encontram as cartas correspondentes.
Quando o par é encontrado, deve ser separado do restante das
cartas. Quando não encontrado, é novamente colocado de cabeça
para baixo. A brincadeira termina quando todos os pares forem encontrados.
8) Jogo da forca
Objetivo da atividade
Reforçar as informações sobre o tema “As influências na alimentação
brasileira”.
Conhecimentos prévios necessários
Aula sobre “As influências na alimentação brasileira”. O professor
deve consultar o texto de apoio “Alimentação e cultura”.
Procedimento
O professor pensa em um alimento, faz o esquema da forca no
quadro ou num papel e dá uma dica para a turma com relação ao
alimento. Por exemplo: se pensou em macarrão, a dica pode ser
“alimento de origem italiana”.
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Os alunos vão “chutando” letras; se a letra não fizer parte da palavra,
faz-se o desenho de uma das partes do corpo de um boneco,
embaixo da forca, e a cada letra errada são desenhadas outras partes
do boneco até que este esteja completo e enforcado (e nesse
caso, quem pensou na palavra é que vence o jogo). A pessoa que
está tentando adivinhar vence o jogo quando consegue formar a
palavra antes do boneco estar completo.
- Este jogo pode ser feito em dupla ou em grupo. Nesses casos, os
alunos é que escolhem os alimentos e dão as dicas uns para os
outros.
9) Jogo de adivinhação
Objetivo da atividade
Reforçar as informações sobre o tema “As influências na alimentação
brasileira”.
Conhecimentos prévios necessários
Aula sobre “As influências na alimentação brasileira”. O professor
deve consultar o texto de apoio “Alimentação e cultura”.
Procedimento
Este jogo é semelhante ao da forca. Divida a turma em dois grandes
grupos. Pense em um alimento e dê uma dica sobre o mesmo. Por
exemplo: se pensou em hamburguer, a dica pode ser “alimento atual”,
ou “um tipo de fast-food”, etc.
Comece a escrever o nome do alimento no quadro, sem parar, mas
lentamente. O grupo que adivinhar primeiro a palavra antes que o
professor termine de escrevê-la ganha 1 ponto e assim por diante.
O grupo que souber a palavra pode dizê-la em voz alta a qualquer
momento. Se a resposta não estiver correta, o ponto vai para o grupo
adversário. O professor escolhe o número de pontos que irá definir
o grupo vencedor.
10) Hábitos alimentares regionais
Objetivo da atividade
Conhecer as comidas típicas das diferentes regiões do país através
de uma pesquisa realizada pelos alunos.
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