do santo ou do orixá ou do espírito em questão evitando assim entrar em conflito com a fé de quem vem te consultar e estará livre da prática da idolatria.
14a DICA
Evite comentar sobre a sua vida particular. Não se envolva sexualmente. Evite abusar do encanto que a adivinha gera em seu redor.
15a DICA
Tenha sempre um copo de água encima da mesa que será trocado a cada pessoa que você consultar, jogue esta água num vaso ou direto na terra fora de seu local de consultas. Não a beba e nem deixe ninguém bebê-la, esta água ajuda a neutralizar as energias negativas do local. Se por uma infelicidade alguém vier a bebê-la, você deverá esclarecer a pessoa do que aconteceu, ofereça em seguida um banho com ervas de limpeza e dê passes de desimpreguinação astral, ao desavisado.
16a DICA
Não cobre de seus familiares, nem dos moradores de sua rua, nem de pessoas que saiba que estão com doenças ainda incuráveis. Quando mais de um cliente deixar de pagá-lo alegando estar sem dinheiro, observe este mau sinal para a sua vida, use de tato e delicadeza com estas pessoas, não se recuse a jogar, mas antes desta pessoa sair dê a ela uma de suas pedras especiais de presente, pois tudo que ela busca é a sua sorte e ela provavelmente se contentará com a sua pedra achando que está levando vantagem em se tornar possuidora de tão preciosa pedra.
No entanto se mais pessoas estiverem pedindo seu
trabalho de graça, pare e questione sinceramente se realmente o seu Oráculo esta valendo alguma coisa.
Saiba amado adivinho que a tradição dos Oráculos ensina que não se pode consultá-lo de graça, dinheiro de consulta é energia em circulação e alguém terá que fazê- lo circular, se não for o seu cliente será você, e é devido a isso que muitos adivinhos começam a perder seus bens e não sabem o erro que cometeram, ao serem excessivamente condescendentes ao bloquearem esta poderosa energia. No entanto se você quiser fazer uma “graça” para a pessoa em questão, coloque o seu dinheiro no lugar do dela, mas saiba que dividirá também a má sorte dela. Se ela lhe der um objeto como troca, não use. Nestes casos é melhor encaminhar a pessoa em dificuldade para um de seus alunos.
17a DICA
Não jogue durante três dias após a morte de seu cliente. Coloque no seu altar o nome dele e ore por ele todos os dias de sua vida. Por favor só revele a aproximação da morte de seu cliente mesmo que for um adivinho como você, informe que a pessoa deve fazer um balanço da vida, colocar suas finanças em ordem, consultar um médico, meditar na vida eterna, abençoar aos amigos e perdoar os inimigos, fazer um testamento, e por aí a fora...
18a DICA
Ensine pelo menos para três pessoas tudo o que sabe antes de desencarnar, conte tudo, acertos e erros. Quando sentir que você próprio vai partir deste mundo, avise seus clientes que vai fazer uma última jogada para eles e depois queime todos os nomes de seu altar, e as
fichas se por acaso as tiver e os seus baralhos e todo o material de seu oráculo também. Quanto às suas pedras, distribua para os seus amigos ou as dê para seu herdeiro espiritual.
19a DICA
Explique sempre que se você joga é porque tem licença do astral para indicar algumas pistas a pessoas especiais, e que age apenas como mensageira, intermediária entre dois mundos. Que o oráculo não é um tribunal, para dar sentenças. O oráculo age mais como uma pesquisa do IBOPE, prevê, e sugere, alerta.
20a DICA
Interiormente siga o calendário natural em que o ano começa na entrada da primavera no dia 22 do mês 09. Observe as fases da Lua para determinados jogos ou ritos, evite as Luas fora de seu curso.
21a DICA
Explique ao cliente que você não é médico para receitar remédios, no entanto pode indicar sugerir ervas naturais para chás e banhos. Mas sempre no caso de doença peça para a pessoa consultar o médico da família, o mesmo procedimento quanto às questões jurídicas e financeiras. No passado o adivinho fazia estas funções hoje em dia isto não é mais necessário.
22a DICA
Faça uma oração e o autopasse antes e depois de iniciar suas cessões do dia. Comece a consulta só depois que estiver convicta que seu animal de poder está ao seu lado.
BREVE HISTÓRICO DE ANA VITÓRIA
Pertenço à 4a geração de estudiosos do espiritualismo, como dizia minha amada e saudosa avó materna Miretta Lacerda os dons para-normais estão na nossa genética e o gosto pelo estudo de pesquisa que aprendi na convivência diária com ela, que me alfabetizou aos cinco anos de idade, quando todas as crianças começavam a ler aos sete anos. Ela orientou as minhas primeiras e segundas leituras. Depois “assaltei” a biblioteca de minha mãe Philomena, assim com PH como gosta de lembrar, que os mantinha trancados, pois sabendo do meu gosto por livros, achava que eu tinha pouca idade para os devorar. No entanto deixava à vista as fábulas de Esopo e as mitologias gregas, que releio até hoje. Meu pai no entanto lia e relia para mim os livros de iniciação esotérica e de alquimia comentando
longamente a cada parágrafo. Atrás da porta assistia as seções espíritas de minha tia Beni, irmã mais nova de minha avó.
Cresci num universo de pessoas que estão sempre em questionamento filosóficos, que colocavam à prova tudo que recebem do mundo astral. Conta-se que meu bisavô Elói Lacerda pedia o endereço dos espíritos recém encarnados que se comunicavam em suas seções espíritas e depois ia conferir a veracidade dos fatos. Do lado paterno os Vieira Monteiro eram cristãos católicos, depois desiludiram-se com o Bispo de São Carlos pelos idos de 1945, ficando além das alegres fogueiras das festas juninas o nome dos apóstolos dado para os seus filhos, meu pai chamava-se Pedro que desenvolveu o gosto pelo esoterismo devido a um presente de uma pessoa que deu a ele uma bola de cristal puríssimo e um livro da Cruz de Caravaca, como demonstração de gratidão por um favor recebido, que me foi ofertado pouco antes de sua passagem deste mundo.
Primeira filha de meus pais nasci em 2/2/45. Devido à vitória dos aliados na guerra recebi o nome de VITÓRIA, na cidade de São Carlos. Aos 5 anos junto com minha a família vim para São Paulo e aqui permaneci, estudando piano, fazendo os estudos primários e secundários no bairro da Penha. FUI trabalhar no jornal da Penha onde tinha uma coluna para jovens, FUI para a Rádio Marconi, casei com o radialista e jornalista Gil Gomes, indo morar no Jardim da Saúde. Tivemos três filhos, estudei astrologia, pintura e tapeçaria espanhola.
14 anos depois nos separamos. Estudei então acupuntura, shiatsu, doin e parapsicologia, abrindo a Clínica Vitalista Pára Celsus como terapeuta acupunturista. Recomecei a escrever editando jornais
alternativos, participei de movimentos de Ecologia, de preservação animal e vegetal, dei palestras por todo o Brasil. Tornei a me relacionar amorosamente, encontrei Marcos um quiromancista inigualável que depois de dois anos, se matou por saber ser portador de uma doença incurável.
Fechei o consultório depois de 12 anos e FUI em busca de realizar meu sonho. Ser escritora. Mudei de casa, mudei de vida, mudei de calendário — passei a me reger pelo calendário Maia. Formei um grupo de estudos xamânicos somente com artistas. Compus poesias e músicas.
No entanto meu filho primogênito Guilherme Gil Gomes, depois de perder sua filha de incompetência médica na hora do nascimento, algum tempo depois veio a falecer prematuramente de hepatite C, depois de anos de luta contra este grande mal, que o atormentou nos últimos anos de vida, sem cura. Daniel entrou para a faculdade de direito e se casou, deu-me três netas se tornou Pastor Cristão. Vilma se formou advogada abriu escritório e casou e veio morar comigo por um tempo.
Entrei para o mundo VIRTUAL, criei um saite e passei a responder milhares de e-mails por dia, descobri um novo mundo de muitas janelas. Embalada por impulsos interiores tive a loucura de não desistir até que meu sonho virasse realidade! Escrevi para TEATRO as peças: O DISCO SOLAR - CHICO MENDES e o ENCANTADO - BRASIL OUTROS 500 - A VIZINHA de
NOÉ. E outros textos inéditos: MÃE da MINHA MÃE - PRATOS LIMPOS - FOGO ETERNO.
Livros: Xamanismo, A Arte do Êxtase - A Morte da Fênix pegou na jugular - Timidez revelada (poesia) - Ayahuaska, Bacantes, no Teatro Oficina - Casaco de
Antílope
Minha história e nem as histórias que escrevo ainda não acabaram pois a vida que vivo continua no mundo material, no mundo teatral e no mundo virtual, apesar de que os que amei terem se transferido para o no mundo espiritual, penso que ainda tem muitas pessoas que aprendi a amá-las e que estão neste mundo e é pelo prazer da companhia delas que vivo com alegria.
O SÍTIO de Ana Vitória na net sobre a história do Xamanismo no Amazonas — A Arte do Êxtase: www.maraka.atfreeweb.com ou http://membro.intermega.com.br/maraka
Escreva diretamente pelo e-mail - maraka@terra.com.br
© 2000-2006 — Ana Vitória Vieira Monteiro maraka@zaz.com.br
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