Sejam carros, viagens luxuosas ou roupas de grife, enfim,
a manutenção de um padrão de vida acima da própria renda,
demonstram que para muitos a felicidade ainda é sinônimo de
riqueza. E poucos sabem que isso é uma das maiores ilusões da
atualidade.
Comece compreendendo que poucas coisas podem trazer
mais paz para uma pessoa do que sua consciência tranquila, com
a certeza de que não se deve nada a ninguém. Ao contrário disso,
o endividado é um prisioneiro! Como alguém pode ser feliz assim?
O dinheiro pode sim proporcionar alguma tranquilidade,
conforto e prazeres momentâneos, mas a felicidade é algo muito
mais sutil, que está ao alcance daqueles que optam por vê-la em
toda sua simplicidade. Com certeza, também existe felicidade em
formas de lazer mais saudáveis e baratas! Ao invés de um almoço
no restaurante favorito, que tal experimentar um piquenique no
parque, preparando a refeição em casa mesmo, junto com a
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família?
Se estiver precisando de roupas novas, considere a possibilidade
de mandar fazer com uma boa costureira, ao invés de
ir à loja da sua marca favorita, pois geralmente sai mais barato e
você terá peças sob medida! Ir a brechós e bazares também pode
trazer algumas boas surpresas para você! Dessa forma, lembre-se
sempre que a cada situação é possível cortar gastos.
Antes de traçar um plano de ação para liquidar as dívidas comece
pelo cerne do problema: parando de fazer gastos desnecessários!
Se for preciso, deixe cheques e cartões de crédito em casa, bem
longe do seu alcance! Além disso, troque os hábitos caros por
outros mais baratos.
DICA ORGANIZZE
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DESCUBRA A CAUSA DO
ENDIVIDAMENTO
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Metade da solução está na constatação! Saber exatamente o
tamanho do problema e o que o levou a ele é, no mínimo, 50% do
caminho andado para a solução. Isso é uma chave! Ser capaz de
examinar com honestidade a situação, constatar onde foram cometidos
erros e a fonte do descontrole financeiro exige coragem,
mas é preciso. Comece já!
Para ter sucesso na constatação do problema, você precisa,
em primeiro lugar, saber exatamente para onde vai cada centavo
do seu dinheiro. Isso inclui saber quais são os gastos com as despesas
fixas e o que foi gasto com as despesas variáveis, incluindo
lazer, bens de consumo não duráveis, dentre outros. Sabendo
isso, você já deu o primeiro passo para determinar o que pode ser
cortado.
O segundo passo, um pouco mais difícil, consiste em perceber
quais são os padrões de comportamento que o levaram a se
endividar. Examine quais são os motivos reais que o levaram aos
gastos desnecessários. Muitas pessoas compram por compulsão,
como uma forma de preencher vazios, de substituir grandes frustrações
por pequenos prazeres obtidos com as compras, ou mesmo
para causar uma boa impressão em outras pessoas. Será que
este não é o seu caso? Não se julgue se responder sim a essa pergunta.
Conseguir perceber isso já é um grande e corajoso passo.
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Faça um controle de gastos rígido durante um mês inteiro! Anote
tudo, desde os gastos menores como pedágios, lanches e estacionamentos
até as compras maiores. Se você usa o cartão de crédito,
acesse diariamente sua fatura online para saber para onde tem ido
o dinheiro. Some a isso suas despesas fixas e pronto! Se fazer esse
processo ainda parece um bicho de sete cabeças, alie-se à tecnologia.
Já existem no mercado bons aplicativos que te ajudarão a ter
esse controle de forma simples e prática, onde você pode lançar
seus gastos e ganhos a qualquer momento, de qualquer lugar, pelo
seu celular. Que tal conhecer mais sobre o assunto?
DICA ORGANIZZE
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EXECUTE UM
PLANO DE AÇÃO

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