PLANTAS QUE CURAM


PLANTAS QUE CURAM
HUGO CARAVACA
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PLANTAS QUE CURAM
HUGO CARAVACA
  
PREFÁCIO

Desde os tempos mais remotos, as plantas sempre estiveram
presentes na vida do homem. A utilização dos vegetais
com fins terapêuticos é anterior ao desenvolvimento
da ciência. Cada povo possui sua própria listagem de ervas
medicinais, geralmente plantas comuns no território em que
habitam, cujas aplicações são transmitidas através de gera
ções. Nas tribos indígenas, por exemplo, o pajé, uma das
maiores autoridades depois do cacique, nada mais é que
um profundo conhecedor dos segredos do mundo vegetal,
um curandeiro naturalista.

É difícil precisar como as propriedades terapêuticas dessas
plantas foram descobertas. Talvez por instinto, por intuição
e até mesmo através da observação dos animais, que se
valem dessas valiosas plantinhas para a cura de seus males.

Hoje, apesar do desenvolvimento da ciência e da medicina,
as pessoas têm procurado tratamentos altemativos, mais
naturais, que não apresentem efeitos colaterais. Este livro
reúne uma série de receitas, explicadas; passo-a-passo,
relacionando as ervas indicadas para cada caso, bem como
a preparação dos remédios. No último capítulo também
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relacionamos algumas das plantas citadas, com informa-
ções e curiosidades a respeito de cada uma delas.

  
PRIMEIRA PARTE:

PLANTAS E RAÍZES QUE CURAM
   
ACACIA

Nome científico: Acácia Horrida, Acácia Senegal

A Acácia pertence à família das Leguminosas Mimosídeas.
Seus ramos são fortes e suas flores muito perfumadas. É
através de incisões no tronco dessa planta, originaria da
África do Sul, que se extrai a goma arábica, uma substância
densa e pegajosa. A Acácia é recomendada para o tratamento
de problemas intestinais, queimaduras, sendo
indicada ainda para uso veterinário, uma vez que constitui
um excelente remédio para nefrite canina.

ALECRIM

Nome científico: Rosmarinus officinalis

Segundo as crendices populares, o alecrim é uma planta
que ajuda a espantar o “mau olhado”, a inveja. Mas essa
planta, que pertence à família das Labiadas, tem ainda inú-
meras funções terapêuticas. É indicada, entre outras coisas,
para o tratamento de abscessos, asma e reumatismo.
0 alecrim apresenta caule lenhoso, com folhas pequenas
e finas. Suas flores são azuladas, possuindo também
frutos. Esta planta exala um perfume forte, por isso é utili6
zada pela indústria de perfumes. Uma outra propriedade
importante do alecrim é a de estimulante, dando força e
vigor às pessoas com fraqueza e exaustão devido a
atividades físicas e intelectuais.

ALFAVACA

Nome científico: Ocinum Basilicum

Pertencente à família das Labiadas é uma planta herbácea
(erva), originária dos países com clima tropical, a exemplo
do Brasil. A Alfavaca é aromática e pode ser muito útil na
cozinha para a preparação de molhos e sopas, conferindo
um paladar especial ao prato. Quando dessecada conserva
intacto o seu perfume.

É uma planta anual (que só cresce em determinadas épocas
do ano). Apresenta-se com uma haste reta, suas folhas
são verdes e brilhantes, um tanto carnosas. Para a
preparação de medicamentos são utilizadas suas folhas frescas
ou secas.

É conhecida ainda pelos seguintes nomes: manjericão-defolha-
larga, manjericão-dos-cozinheiros, erva-real, remé-
dio-de-vaqueiro etc.

ALFAZEMA

Nome científico: Lavandula Officinalis

Esta talvez seja uma das plantas aromáticas mais populares
de nosso pais. Sua origem, entretanto, é européia. Pertence
também à família das Labiadas. É um arbusto perene,
isto é, que não precisa ser replantado, cuja altura varia
entre 50 cm a 1 m. Suas folhas são longas e finas, cobertas
por uma lanugem esbranquiçada, distribuídas em vários
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ramos. As flores são azul-violeta, reunindo-se em
glomérulos com a forma semelhante a uma espiga.
A alfazema é indicada para os casos de nevralgia, excita-
ção nervosa, insônia, vertigens, laringites, entre outras aplica
ções, além de sua utilização na perfumaria. Para a prepara
ção de medicamentos, utilizam-se suas flores, que devem
ser dessecadas ao ar livre e à sombra.
  
ALTEIA

Nome científico: Althaea Officinalis

Pertencente à família das Malváceas, a Altéia é uma planta
perene (que não precisa ser replantada). Seu caule é reto e
pode atingir a altura de dois metros. Suas flores possuem
cinco pétalas e as folhas são ovais, cobertas por uma lanugem
prateada que dá a elas uma coloração prata. É tamb
ém conhecida como malvaísco ou malvarisco.
A Altéia pode ser usada como laxante, calmante, diurético
e expectorante. Esta planta se adapta bem a terrenos úmidos
e pantanosos.

AMI

Nome científico: AmmíMajus

É encontrada na Itália, nos terrenos áridos. Pertencente à
família das Umbelíferas, possui uma raiz lenhosa, caule
cespitoso. Pode chegar à altura de 1,5 m. Seus ramos são
finos e cilíndricos e as folhas franjadas. As flores são
esbranquiçadas e amarelas e os frutos contêm várias sementes.
Esta planta possui várias utilidades terapêuticas,
sendo indicada, principalmente, para problemas digestivos
e favorecimento da secreção láctea e menstruações.

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ANGÉLICA
Nome científico: Angelica Officínalis

Pertence à família das Umbelíferas. É uma planta herbácea
(erva.) que possui caule reto e com ramos, que

pode chegar à altura de 2 m. As flores, rosadas, são pequenas
e perfumadas. A Angélica é indicada, principalmente,
para problemas estomacais e também como
expectorante. EMÍste ainda uma outra espécie, a Angélíca
Silvesáis, que possui as mesmas propriedades, mas ainda
pode ser usada como planta ornamental, com a vantagem
de servir como estimulante de apetite para pessoas anê-
micas.

AZEDA-CRESPA

Nome científico: Rumex Crispus

Muito utilizada na preparação de remédios caseiros, pois
tem entre suas funções terapêuticas a propriedade de reconstituinte,
laxante e adstringente para a tonificação da
pele. É uma planta herbácea (erva) perene (que não precisa
ser replantada), pertencente à família das Poligomáceas.
  
BORRAGEM

1. Nome científico: Borrago

Algumas pessoas utilizam esta planta para saladas. É uma
erva anual, da família das Borrináceas. Suas folhas são ásperas
e as flores grandes, normalmente azuladas, mas tamb
ém podem ser vermelhas. Elas se reúnem em cachos na
extremidade da haste. A borragem é muito procurada para
fins medicinais devido a suas propriedades emolientes, de9
purativas e sudoríferas.

BUXO

Nome científico: Buxos Sempervirens

É urna planta que cresce em terrenos rochosos e áridos,
sendo muito comum na Sardenha (Itália). Pode chegar a
atingir 4 m de altura. Suas folhas são ovais e finas. Entre
suas propriedades está a analgésica, sendo indicada para
combater febres intermiterites e reumatismo.
  
CIPRESTE
Nome científico: Cupressus Semperviens

É uma planta originária do oriente, muito utilizada para ornamenta
ção. Possui um aspecto piramidal, sendo que de
suas folhas se extrai um óleo balsâmico, bastante utilizado
na indústria farmacêutica. 0 Cipreste, que pertence à famí-
lia das Coníferas, é indicado para problemas como
hemorróidas, hemorragias, varizes e reumatísmo. Esta árvore
pode chegar a medir até 1 m de altura.
  
ERVA MOURA

Nome cientifico: Solanum Migrum

E também conhecida como pimenta-de-cachorro e ervade-
bicho, isto porque costuma crescer em qualquer lugar. É
uma planta herbácea (erva), pertencente à família das
Solanácias. Seu caule é reto e com muitos ramos, suas
folhas são ovais e rugosas, coberta por uma lanugem rala.
As flores são pequenas e rosadas e os frutos, que amadurecem
no verão, possuem bagas vermelhas ou pretas. Pos10
sui várias indicações terapêuticas. É indicada para reumatismo,
contusões e leucorréia.
  
ESPINHEIRO-ALVAR
Nome científico: Crataegus Oxyacantha

Esta planta possui várias indicações terapêuticas, mas sua
prescrição precisa ser feita por um médico. indicada para
problemas cardíacos, servindo também como calmante e
antiespasmódico. 0 Espinheiro Alvar pertence à família das
Rosáceas Pomoideas e se apresenta na forma de um arbusto
de cor vermelha acastanhada, Seus ramos possuem
espinhos. Suas folhas são verdes brilhantes e suas flores
brancas, com um perfume suave. Já seus frutos podem
ser comparados a uma maçã de tamanho extremamente
reduzido.
  
GIESTA

Nome científico: Cytisus Scoparius

As propriedades terapêuticas desta planta, que pertence à
família das leguminosas, são inúmeras. A esparteína, um
dos princípios ativos contidos na Giesta, é amplamente utilizada
para combater problemas cardíacos. A sua ação
diurética é especialmente eficiente para aquelas pessoas
com problemas de obesidade, das vias urinárias e também
para aquelas que sofrem de hidropisia. Cataplasmas com
as flores dessa planta são muito eficientes para acabar com
abscessos e furúnculos.

A Giesta pode chegar a medir até 2 m de altura. Sua haste
é reta e cheia de ramos. Suas flores são grandes e formam
ramos amarelo-ouro. Seus frutos se apresentam como
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pequenas bagas, de aproximadamente 5 cm, com sementes
escuras. É originária da Itália continental. Urna curiosidade
a respeito da Giesta é que seus ramos servem para
amarrar videiras e demais plantas que precisem de uma
sustentação extra para garantir sua perfeita formação. Dela
também se extraem fibras têxteis.

GIRASSOL

Nome científico: HelianthusAnnuus

0 Girassol é um arbusto pertencente à família das Compostas
Tubifloras, que possui uma particularidade bastante
curiosa: sua flor, semelhante a uma margarida gigante de
cor amarela, segue, em seu curso diário, a trajetória feita
pelo sol. É originário do México e do Peru, sendo amplamente
cultivado como planta ornamental. Suas sementes
torradas podem substituir o café, sendo indicadas para as
pessoas que não podem com a cafeína. Além disso, possui
inúmeras propriedades terapêuticas. É indicado para as febres
em conseqüência da malária ou de problemas pulmonares;
é eficaz também rio combate às doenças do estô-
mago e resfriados.
Esse arbusto pode chegar à altura de 3 m. Sua haste é reta
e verde, suas folhas são largas e cobertas por uma lanugem
rala e dura. Suas sementes e frutos se encontram na
região interna das flores, que costumam abrir durante o
verão.

IMPERATÓRIA

Nome científico: Peucedanum Ostruthium

Planta muito comum nas regiões montanhosas da Europa.
A Imperatória, pertencente a família das Umbelíferas, tem
raiz tuberosa, caule reto, medindo aproximadamente 20
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cm de altura. Suas flores são branco-perolado. Sua raiz é
um excelente remédio contra as dores-de-cabeça em conseq
üência de gripes e resfriados.
  
LINHO

Nome cienti fico: Linum Usítaüssimum

É uma planta herbácea (erva), muito utilizada na indústria
têxtil, pois é dela que se extrai o tecido linho. Para conseguir
5 kg de fios de boa qualidade, são necessárias 4 arrobas
da plantas. Talvez isso explique por que este é um tecido
nobre, que tem o seu preço elevado. Mas o Linho tem
ainda propriedades terapêuticas, sendo um excelente laxante
e diurético.
Pertencente à família das Lináceas, esta planta é originária
do Egito. Sua haste é reta e pode alcançar até 80 cm de
altura. Suas flores possuem cinco pétalas e têm uma colora
ção azulada. ‘

MALVA

Nome científico: Malva Sylvestris

A Malva é utilizada, por algumas pessoas, como verdura,
fazendo parte da salada. Suas propriedades terapêuticas
são inúmeras. É um excelente laxante e também muito
eficiente no combate às dores-de-dente, prisão-de-ventre
e inflamações dos rins, bexiga e intestino. A Malva é uma
planta herbácea (erva), pertencente à família das Malváceas.
Seu caule mede aproximadamente 20 cm de altura, algumas
vezes rastejante, outras não.

Suas flores são lilases ou então brancas com listras roxas.
É milito encontrada em campos incultos.
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A Malva Cispa, uma das variações da espécie, é muito utilizada
pela indústria têxtil, pois dela se extrai uma fibra utilizada
para a confecção de tecidos e cordões.

MARROIO

Nome científico: Marrabium Vulgare

Apesar do que sugere seu nome científico (Marrabium
Vulgare), não é uma planta muito comum, mas pode ser
encontrada principalmente em campos incultos, localizados
em zonas mais quentes e secas. Em função de seus
principios ativos (ela contém ácido gálico, marrubina e óleo
etéreo), o Marroio, que é uma planta herbácea (erva), possui
propriedades tônicas, expectorantes, antiespasmódicas
e digestivas, bem como antissépticas.

Pertencente à família das Labiadas, é uma planta perfumada,
cuja altura varia entre 30 e 50 cm, seu caule é reto e
robusto, coberto por uma fina lanugem. Suas folhas são
esbranquiçadas e possuem nervuras evidentes. Os frutos,
a exemplo das flores, possuem um aroma um tanto
enjoativo, com sabor amargo.
  
MELISSA

Nome científico: Melissa Officinalis red Calamintha

A Melíssa pertence à família das Labiadas. Seu caule é reto,
podendo atingir até 80 cm de altura. É toda recoberta por
uma lanugem, sendo que suas folhas se apresentam no
formato de um cálice tuboso, cujo lado de dentro pode ser
amarelo ou branco, ou ainda apresentar manchas. Suas
folhas também são ricas em glândulas de óleo. É originária
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da América do Norte e sul da Europa. Suas propriedades
são conhecidas desde a Grécia antiga quando era cultivada
nos jardins, pois atribuía-se a ela a capacidade de fortalecer
o coração e o cérebro. A conhecida Água de Melissa,
hoje vendida em farmácias, foi desenvolvida há séculos pelos
Cannelitas franceses. Esta água serve como calmante e
antiespasmódico, uma de suas maiores propriedades. A
Melissa é ainda muito empregada para combater distúrbios
de origem nervosa, hepática e nevrálgica, do aparelho digestivo
e intestinal.
As- folhas da Malva, quando esmagadas, exalam um agrad
ável perfume. Ela também é conhecida como erva-cidreiraverdadeira,
melitéia, cidrilha e melissa romana.
  
MIL-FOLHAS

Nome científico: Achillea Millefolium

Pertencente à família das Compostas, as propriedades terap
êuticas desta planta são lendárias. Conta-se que Aquiles,
depois de ser gravemente ferido numa batalha, foi medicado
por sua mãe, Teti, com as folhas desta planta, que curou
a sua ferida. Durante séculos foi amplamente utilizada
para evitar hemorragias. Mas, a mil-folhas possui ainda propriedades
antiespasm6dicas, adstringentes, depurativas,
sendo ainda um bom remédio para combateras
hemorróidas. Seu caule é em forma de raiz (rizoma),
rastejante, com a haste reta e as folhas bem verdes e
brilhantes. Suas flores são brancas ou rosadas e seus frutos
são pequeninos e amargos.
  
NOGUEIRA

Nome científico: Juglans Regia
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A Nogueira é uma árvore pertencente à família das
Juq1andáceas, que pode atingir até 15 m de altura. Sua
madeira, bem como as raízes, são utilizadas pela indústria
madeireira para a confecção de móveis. De suas raizes
ainda é possível extrair um suco que é diurético e laxativo e
de seus folhas um remédio bastante eficiente para o combate
da leucorréia, sendo que a casca de sua noz é um
excelente vermífugo.

0 seu tronco possui uma casca acinzentada, da qual exala
um perfume bastante agradável. Suas folhas são grandes
e de um verde intenso. É uma árvore amplamente cultivada
em zonas de clima temperado.
   
PARIETARIA

Nome científico: Parietaria Officinalis

É uma planta pertencente à família das Mirtáceas, muito
rica em salitre, que desde os tempos mais antigos é utilizada
para combater problemas nas vias urinárias. A Parietária
cresce, sobretudo, em terrenos pedregosos, por isso é
comumente confundida com urtiga.

Sua haste é reta e lenhosa, com uma coloração
avermelhada, medindo até 70 cm de comprimento. Suas
folhas são pequenas, com nervuras evidentes e as flores
são pequenas, com um tom esverdeado.
  
PRIMAVERA

Nome científico: Primula Officianalis
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Esta flor, que é a primeira a desabrochar com a chegada da
primavera, daí o seu nome, pertence à família das
Primuláceas, que abriga aproximadamente 50 espécies distintas.
É também uma planta muito utilizada como ornamenta
ção. Mas, além disso, possui propriedades terapêuticas,
sendo um excelente calmante e antiespasmódico. A
Primavera às vezes se apresenta na cor amarela, outras
num tom violeta.
   
SABUGUEIRO

Nome científico: Sambucus Ebulus

As propriedades medicinais do Sabugueiro são conhecidas
desde os tempos de Hipócrates. É extremamente eficaz
como sudorífero, laxante e diurético. 0 Sabugueiro pertence
à família das Caprifolináceas e pode atingir a altura de 4
m. Sua casca é áspera e esbranquiçada e suas folhas possuem
uma superfície marcada por nervuras. As flores são
pequenas e brancas e também hermafroditas, possuindo
um cheiro desagradável. A curiosidade é que esse odor,
quando as flores são dessecadas, desaparece por completo,
dando origem a um perfume agradável. Possui também
frutos, que podem se apresentar em duas cores: roxo ou
branco esverdeado.
  
SÁLVIA

Nome científico: Sálvia Officinalis

Para se ter uma idéia das propriedades terapêuticas desta
planta, basta saber que Sálvia vem da palavra salvus, que
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significa saúde. É uma erva aromáfica bastante conhecida,
suas folhas eram ufilizadas desde a antiguidade para tornar
os dentes mais brancos e brilhantes.
Além disso, esta planta, pertencente à família das Labiadas,
possui inúmeras propriedades terapêuticas. Para começar,
é um excelente remédio contra o cansaço nervoso, depress
ão e esgotamento. Além disso, é díuréüca, digestiva
e antirreumática.
  
VERÔNICA

Nome científico: Veronica Officinalis

A Verônica é uma planta herbácea (erva) que pertence à
família das Eucrofulariáceas Suas flores, pequenas e azuis,
são levemente perfumadas. Esta planta possui um caule
rastejante que não chega a mais de 30 cm. Suas sumidades
floridas devem sér colhidas no verão e dessecadas ao sol.
Depois, podem ser utilizadas para a preparação de remédios
que são indicados para problemas digestivos, sendo ainda
um excelente anticatarral.
  
VIOLETA

Nome científico: Viola Odorata

Quando nos deparamos com esta graciosa plantinha, muito
utilizada para a ornamentação, não imaginamos que ela
tenha, também, propriedades terapêuticas. Apesar de aparentemente
frágil, a Violeta contém violina, óleo essencial,
amido, entre outras substâncias. É recomendada para o
tratamento de catarros que se forrnarn em conseqüência
da bronquite e contra as inflamações das vias respiratórias.


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